Resultados da pesquisa por 'preconceito'

    Foto: Reprodução/ProgramatismoPolitico

    Haitianos relatam rotina de humilhações e preconceito no Brasil

    “Se você quer, pega. Se não quer, não quer“. Foi assim que Alix Mustivas, de 26 anos, foi tratado pelo patrão após se machucar enquanto trabalhava na construção civil. Após fraturar a coluna o braço em dois lugares durante o trabalho – sem carteira assinada – o dono da empresa ofereceu R$ 300 ao jovem. “Eu disse que minha vida não valia R$ 300“. Mustivas, que teve o apoio de entidades sindicais catarinenses para receber, durante um mês, auxílio do INSS, conta que ficou dois dias sem levantar e andar. “Depois de uma semana consegui caminhar e levantar sozinho“, afirma. Haitiano, ele está há mais de um ano entre Curitiba e Santa Catarina. Mustivas veio ao Brasil em busca de oportunidades melhores do que as que encontrava no país de origem, que ainda se recupera de um devastador terremoto, que atingiu a nação em 2010. “Eu trabalhei em um condomínio em Santa Catarina, ...

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    Doutora em física, primeira professora negra do ITA denuncia preconceito de alunos e colegas: ‘Me odeiam’

    Em entrevista no programa 'Conversa com Bial', Sônia Guimarães diz que precisa reafirmar sua autoridade em sala de aula diariamente. Ela ressalta baixo número de alunas meninas nos cursos do ITA. Do G1 Sônia Guimarães foi a primeira professora mulher do ITA. (Foto: Reprodução/TV Globo) Sônia Guimarães foi a primeira mulher negra a se tornar doutora em física no Brasil e a ser professora no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP). Mesmo após 25 anos trabalhando na instituição de ensino, ela afirma que ainda sofre preconceito por parte de alunos e de colegas. A faculdade está entre as mais concorridas do país e é reconhecida pelos cursos da área de engenharia. Em nota, a Associação dos Engenheiros do ITA lamentou a situação e expressou repúdio à intolerância (leia abaixo). Durante entrevista no programa Conversa com Bial, na quinta-feira (10), Sônia denunciou que nem ...

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    Conceição Evaristo: “A oralidade me deu o encantamento pela palavra. Eu tenho dito que escritor é um fofoqueiro. Eu adoro escutar histórias”. (Foto: Joana Berwanger/Sul21)

    Conceição Evaristo: ‘Falar sobre preconceito racial no Brasil é derrubar o mito de democracia racial’

    Apesar de escrever e contar histórias desde sempre, Conceição Evaristo diz que se viu escritora quando teve seu nome publicado pela primeira vez nos Cadernos Negros, do Quilombhoje, nos anos 1990. Aos 44 anos, no poema Vozes-Mulheres, ela ecoava vozes ancestrais do passado e de sua descendência sobre a vida de mulher negra no Brasil. por Fernanda Canofre no Sul21 A minha voz ainda ecoa versos perplexos com rimas de sangue e fome. Inaugurava ali o estilo que batizou de “escrevivência”. A escrita carregada de vivência, onde quem nunca teve representação na literatura e foi desumanizado em estereótipos, “se sente convocado”. Inaugurava também uma das carreiras mais célebres da literatura contemporânea brasileira e afro-brasileira. Hoje, aos 71 anos, a Conceição que nasceu em uma favela de Belo Horizonte e foi empregada doméstica, tem graduação, mestrado e doutorado em Letras, publicou seis livros, virou tema de uma exposição, ganhou o prêmio Jabuti de ...

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    Jovens juiz-foranos combatem preconceito e discutem questões raciais na internet

    Assuntos como sobrepeso e desigualdade social são abordados em perfis e vídeos. Do G1 Diley Almeida criou o "Project 365" para falar sobre sobrepeso na internet (Foto: Reprodução/TV Integração) Três mineiros de Juiz de Fora estão usando as redes sociais para combater o ódio e discutir sobre formas de reagir ao preconceito e ao bullyng. Um deles é o produtor de moda, Diley Almeida. Incomodado com a reação das pessoas ao seu sobrepeso, ele decidiu criar uma plataforma para falar abertamente sobre o tema. O Project 365 pretende compartilhar o dia a dia e deixa claro que não quer incentivar o emagrecimento e sim o amor próprio. Projeto criado para proporcionar apoio e interação as pessoas obesas. A ideia de criar o perfil surgiu após um episódio em um ônibus do transporte público. "O trocador perguntou se eu queria sentar na frente, e eu entendi que ele ficou ...

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    Discurso de ódio e preconceito não são liberdade de expressão!

    Recentemente soubemos de mais um caso de discurso de ódio e preconceito disfarçado de liberdade de expressão. Outro exemplo que, caso possua um desfecho exemplar, demonstrará a importância de assumirmos a responsabilidade sobre a emissão de opiniões nas redes sociais e de seus limites. Por Caroline Silveira Bauer Do Dissenso Ilustração: Paola Hiroki Com a execução de Marielle Franco, diversos veículos de comunicação têm se preocupado em identificar as fake news que, mais que notícias falsas, são atentatórias à honra e à imagem da vereadora. Referências à sua vida amorosa, à sua gravidez e ao seu envolvimento com o tráfico de drogas foram sendo desconstruídas por amigos, familiares e pela própria mídia. Esse fenômeno demonstra o perigo que a disseminação irrefletida desse conteúdo nas redes sociais pode ter para o processo eleitoral de outubro próximo. No entanto, gostaria de fazer referência ao caso da desembargadora Marília Castro Neves, que, além ...

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    Mitos e preconceitos dificultam combate ao feminicídio

    Apesar de avanços na legislação, assassinatos de mulheres continuam a esbarrar na falta de compreensão da sociedade e da Justiça, afirma promotora Por Deutsche Welle Do Carta Capital "A sociedade não quer falar sobre o assunto" Foto:Reprodução/cartacapital Em 1º de março, uma mulher foi morta a tiros em um posto de gasolina na Zona Norte de São Paulo, na frente de amigos, durante uma confraternização. O autor é um homem desconhecido, que depois de chamar a moça para conversar a sós atirou na cabeça da vítima no momento em que ela decidiu ir embora. No mesmo dia, em Osasco, um homem assassinou a facadas a companheira durante uma discussão, em casa. Esperou a polícia chegar ao local e justificou o crime alegando que teve a "honra” ferida pela vítima. Também em Osasco, um homem matou a facadas a namorada durante uma briga no último domingo 1º. Ele ...

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    ‘O Jornal’ peça dirigida por Lázaro Ramos e Kiko Mascarenhas debate preconceito e afeto

    Peça é inspirada em jornal de Uganda que publicou fotos de gays e incitou leitores a enforcá-los por Maria Luísa Barsanelli no Folha de São Paulo Na repressiva ditadura ugandense, um fato chamou a atenção do inglês Chris Urch: em 2010, o tabloide "Rolling Stone" publicou fotos de cem homossexuais e incitou os seus leitores a enforcá-los. Dali, o dramaturgo tirou o pano de fundo de "O Jornal - The Rolling Stone", peça que ganhou montagem brasileira no ano passado, com tradução de Diego Teza e direção de Kiko Mascarenhas e Lázaro Ramos. Neste fim de semana, a produção chega a São Paulo. O texto retrata uma realidade típica de Uganda, país onde a homossexualidade era proibida até 2014 --a lei, que permitia aos cidadãos denunciar gays sob pena, foi revogada, porém a repressão seguiu. "É uma situação que poderia ocorrer em qualquer lugar. A lista de países onde existe criminalização é ...

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    Karol Conka sobre sexo oral e preconceito por ser bi: “Não somos bagunça!”

    Karol Conka não dá voltas quando o assunto é amor e sexo. Solteira há cinco meses, a cantora, que é bissexual, falou sobre como está aproveitando a nova fase após o fim de um namoro de um ano. no Estilo UOL Aplicativos de relacionamento não fazem exatamente o tipo de Karol. Depois de alguns dias experimentando um, ela conta que acabou desistindo de conhecer "matches" pelo celular. "Foi um momento que durou três dias. Vários fãs vinham falar comigo de assuntos variados. Aí dei um match com um boy lá, e ele não acreditava que era eu. Para provar, o segui no Instagram". O problema? "Chamei para jantar e aí, pessoalmente, achei uó. Parecia que eu estava falando com um fã mesmo. Jantamos e tchau. Ele me perguntou se não ia rolar nem um beijinho. Eu falei: “Lembra o que estava escrito na minha descrição? Estou aqui para tirar uma onda”. ...

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    Sistema educacional foi inventado pela classe dominante para justificar sua posição na sociedade, disse o sociólogo francês Pierre Bourdieu ( foto: GETTY IMAGES)

    O que é o ‘educacionismo’, preconceito muitas vezes ignorado contra pessoas menos escolarizadas

    Na primeira vez que pisou em um campus universitário, Lance Fusarelli se sentiu cercado de pessoas que pareciam saber mais do que ele - sobre a sociedade, gracejos sociais e "tudo que era diferente". Por Melissa Hogenboom, da BBC  Sistema educacional foi inventado pela classe dominante para justificar sua posição na sociedade, disse o sociólogo francês Pierre Bourdieu ( foto: GETTY IMAGES) Ele atribui essas diferenças à sua bagagem cultural. Fusarelli não cresceu na pobreza, mas em uma cidade de operários em uma pequena área rural em Avella, na Pensilvânia (EUA). Foi o primeiro de sua família a chegar à universidade - sua mãe engravidou e teve que deixar a escola, enquanto seu pai foi trabalhar em uma mina de carvão ainda na adolescência. Viveu em um ambiente onde poucos continuaram estudando além do ensino médio. Funcionou para ele, que agora é altamente escolarizado - atua como ...

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    Caó durante uma homenagem em 2013 (Foto: Eduardo Naddar / Agência O Globo)

    Morre Carlos Caó, jornalista que criminalizou preconceitos de raça e sexo

    O jornalista, advogado e militante do movimento negro Carlos Alberto Caó de Oliveira morreu neste domingo, aos 76 anos. O ativista foi o autor da Lei 7.437/1985, que mudou o texto da Lei Afonso Arinos, de 1951, tornando contravenção penal o preconceito de raça, cor, sexo e estado civil. Como homenagem, o texto ficou conhecido como Lei Caó. A legislação define como crime o ato de praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Como deputado constituinte, Caó regulamentou o trecho da Constituição Federal que torna inafiançável e imprescritível o crime de racismo, após dizer que todos são iguais sem discriminação de qualquer natureza. Leia também: O homem por trás da Lei Caó Nascido em Salvador, Carlos Alberto de Oliveira trabalhou na Luta Democrática em 1964. Nos anos seguintes, atuou como repórter nos jornais Diário Carioca, Tribuna da Imprensa, O Jornal e Jornal ...

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    “Eu não vejo cores” : Blogueira faz vídeo criativo para discutir preconceito racial

    Jackie Aina faz vídeos sobre beleza há quase dez anos e já acumula mais de 2 milhões de inscritos em seu canal no Youtube. Cansada de ouvir reclamações de que falava muito sobre racismo e da falta de produtos para pele negra, ela decidiu mostrar literalmente que o argumento "não enxergo cores" --- usado por outros para se dizerem sem preconceito -- não fazia o menor sentido. no Estilo UOL A americana de ascendência nigeriana fez, então, um criativo tutorial de maquiagem, mas em preto e branco. A sequência obviamente fica confusa, já que ao mostrar os produtos usados, como todos os tutoriais fazem, não é possível identificar o tom de nada. Resultado da maquiagem para quem "não enxerga cores diferentes" Imagem: Reprodução/Youtube Ela segue todo o passo a passo de uma maquiagem comum até revelar qual o propósito desse tutorial. Sai o filtro preto e ...

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    Por que há preconceito contra os técnicos negros no futebol?

    O futebol brasileiro é um reduto incontestável do povo negro. Os maiores craques nacionais, os gênios da bola brasileiros, desde Leonidas da Silva, Pelé, Didi, até Romário, Ronaldinho Gaúcho e Neymar foram e são negros. Os negros foram responsáveis por criar aquilo que há de melhor no futebol nacional, a bicicleta, o drible, a ginga, a pedalada, o toque de bola, enfim todas as qualidades que tornaram o nosso futebol o melhor do mundo. Apesar da prevalência incontestável dos negros dentro das quatro linhas, o mesmo não ocorreu fora de campo. Do Diário Causa Operária  Andrade (Foto: Vipcomm) Ao longo da história o número de treinadores negros sempre foi muito pequeno e, nos poucos casos em que isso ocorreu, o tempo de permanência de um negro como treinador principal de um clube sempre foi muito pequeno em todas as equipes. Uma matéria divulgada pelo portal nexojornal faz essa análise do preconceito que há em ...

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    23 declarações inspiradoras de mulheres negras para derrubar qualquer preconceito

    Ter a pele negra e o cabelo crespo são características que, historicamente, fazem com que mulheres ouçam verdadeiros absurdos preconceituosos. Lutando contra isso, muitas celebridades já proferiram frases inspiradoras, que deveriam ser lidas e ouvidas por todas as pessoas para, assim, derrubar o racismo que está imerso na cultura popular. A seguir, veja algumas das declarações mais impactantes dadas por mulheres negras que vão ajudar a refletir sobre o problema. por Andressa Sales no VIX Frases sobre racismo inspiradoras "Muita gente diz que por ser negra tenho que provar 10 vezes o meu talento. Sem problemas, eu posso provar mil vezes" - Roberta Rodrigues, atriz e cantora, em entrevista ao site GShow. REPRODUÇÃO/INSTAGRAM "Sempre que você encontrar qualquer forma de discriminação, denuncie. Não se cale, mostre que você não tem vergonha de ser o que é e continue incomodando os covardes. Só assim vamos construir um Brasil mais civilizado" - ...

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    18/08/2017. Crédito: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A. Press. Brasil. Brasilia - DF.  Homossexualidade depois dos 50 anos. Thusnelda Frick vive uma uniao estavel com Patricia Fernandes (cabelo grisalho) ha 11 anos.

    Número de casamentos gays cresce no país mesmo com preconceito

    Homens e mulheres têm deixado de lado o medo de se expor e assumido a homossexualidade depois de viver relacionamentos tradicionais Por  Maiza Santos* , Aline Brito*, do Correio Braziliense  Thusnelda Frick (E), 63, e Patrícia Fernandes, 53 anos, estão juntas há 11 anos. Para elas, assumir a orientação sexual foi natural ( Ana Rayysa/Esp.CB/;D.A Press)   A decisão de assumir a homossexualidade ainda é um processo complicado para muita gente, independentemente da idade. No entanto, admitir depois dos 50 anos, após um casamento convencional e filhos, tem um peso diferente. A preocupação passa a ser a exposição dos filhos e a manutenção de um relacionamento familiar saudável. Apesar do preconceito, que ainda é forte, um número crescente de pais e avós tem saído do armário provando que não há idade para ser feliz e revelar sua verdadeira orientação sexual.“Essas pessoas já sabiam, de alguma forma, tinham esse desejo, essa ...

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    Getty Images/T.Weidman

    HIV: preconceito leva homens a se descuidar do tratamento

    Que os homens não gostam de cuidar da saúde, todo mundo sabe. Mas negligenciar os riscos de contrair o vírus da Aids e tratar a doença, por causa do preconceito, é uma questão grave que precisa ser combatida. Relatório da ONU, divulgado nesta sexta-feira, 1º de dezembro, Dia Mundial contra a Aids, mostra que os homens têm menos probabilidade de fazer o teste para o HIV, são menos propensos a buscar tratamento antirretroviral e têm mais chances de morrer por complicações relacionadas à doença do que as mulheres. Do Vida e Ação  Getty Images/T.Weidman O Relatório Ponto Cego (Blind spot, em inglês),  do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), mostra que, globalmente, menos de metade dos homens que vivem com HIV está em tratamento, em comparação com 60% das mulheres. Os estudos mostram que os homens são mais propensos a iniciar tardiamente, a interromper e a ...

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    Vítimas de racismo relatam o preconceito que dói na pele (e coração)

    Ivan levou batida de policias militares e Elizabeth foi seguida por segurança de supermercado. O que eles têm em comum? São negros no Gazeta Online Foto: Sullivan Silva A Polícia Militar caçava um homem acusado de assaltar uma loja no bairro Laranjeiras, na Serra, quando viram Ivan sentado na calçada em frente a uma escola. Logo imaginaram que ali estaria o suspeito do roubo. Mas o que indicou essa suspeita dos policiais? O armador Ivan dos Santos Costa, de 46 anos, é negro e ele acredita que a cor da sua pele motivou a abordagem da polícia. Ivan diz que sentou para descansar após almoço em uma praça próximo a uma escola. No local algumas crianças brincavam, e, em poucos minutos que estava ali, dois policiais apareceram, cada um em uma moto. Revistaram sua bolsa, fizeram revista e nada encontraram. A situação aconteceu há dois anos, e até hoje Ivan ...

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    Fenômeno IZA fala de racismo e preconceito: ‘Me chamavam de churrasquinho’

    Quando apareceu no palco Sunset ao lado de CeeLo Green no Rock in Rio, IZA — assim mesmo superlativa, em capslock — causou um furor. Muitos se perguntaram quem era aquela mulher de curvas sinuosas, voz potente, tranças esvoaçantes. Ao entrar numa escola particular e tradicional de Natal, no Rio Grande do Norte, aos 6 anos, Isabela causou estranhamento. Por Carol Marques Do Extra Muitos se questionaram quem era aquela menina espevitada, falante e... negra! “Eu era a única negra da escola e só percebi como isso afetava outras pessoas com o tempo. No Rio, eu já havia sido a única da turma. Era a diferente”, conta a cantora, o novo fenômeno pop do país. Aos 27 anos, IZA vê em seu ofício mais do que cantar. “Tenho a chance de ser referência para muitas meninas negras como eu, posso oferecer representatividade e dizer a elas que podem ser quem quiserem”, ...

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    Brie Larson é acusada de preconceito por viver “salvadora branca” em filme

    Brie Larson -- escalada para interpretar a Capitã Marvel em 2019 -- vem sendo acusada de apoiar estereótipos e outros preconceitos pelo seus papel no filme "Basmati Blues", que se passa na Índia. no Cinema UOL A vencedora do Oscar vive uma cientista que cria um arroz modificado geneticamente e defende o povo local contra as corporações gigantescas. O primeiro trailer foi divulgado nesta semana. "Estou cansado desses filmes de Hollywood em que pessoas brancas vêm para salvar nossas almas e arroz e terras", escreveu um usuário no Twitter. "Esse trailer da Brie Larson é todo clichê indiano em dois minutos. Salvadora branca, pessoas andam no teto dos trens e comida apimentada. Parem com essa loucura", completou outro. No YouTube, as críticas também são comuns. "Parece que eles filmaram há 20, 30 anos. Se a Índia parecer com isso agora, então dinossauros vivem na Noruega. Eu sou paquistanês e estou ofendido. Quem fez essa pseudo-oriental merda?", ...

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    Foto: istockphoto.com

    A religião africana e o preconceito na escola

    Evandro Luiz Soares Bonfim (UUNIF ESP /UUNIESP)) 1 Foto: istockphoto.com Alexsandro de Jesus Nascimento (UUNIESP)) 2 Resumo O preconceito referente à s religiões de matriz africana,, bem como à sua história que , por sua vez , se agrega à própria h istória do Brasil,, ainda é persistente em nossa sociedade,, refletindo sua maior característica – a intolerância – no meio em que não pode haver preconceito:: a e d ucação.. O professor encontra resistênci a dos alunos que são de outros seg mentos religiosos,, para o estudo científico da cultura africana,, pois esbarra sempre nos funda mentalismos religiosos . N ão se pretende aqui e xaltar esta ou aquela religião,, mas sim apo ntar estrat égias para a desconstrução do preconceito ligado à s religiões de matriz africana , nos espaços educacionais.. Palavras - chave:: Religião africana . Preconceito.. Escola.. Racismo.. Educação.. Abstract The prejudice ...

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    Homofobia: o preconceito começa em casa e avança nas ruas, deixando um rastro da violência

    Era uma tarde de domingo dos anos 70, como outra qualquer. Crianças brincavam em uma das travessas da avenida Kennedy, em São Luís. A diversão escolhida era cantiga de roda, brincadeira comum na época, em que meninas dançavam e cantavam rodando em círculo de mãos dadas. no Assembléia Legislativa do Maranhão “Eu sou uma viuvinha que vem de Belém, quero me casar, mas não acho com quem...”. O único menino do grupo entrou no meio da roda, dançando e cantando a estrofe da música, mãos na cintura, rebolando os quadris. Feliz e desenvolto na pureza do seu universo infantil. Mas, pelas regras impostas pela sociedade de então, aquela brincadeira de roda não era para meninos, e sim, exclusivamente de meninas. E o garoto de seis anos pagou caro pela ousadia de dançar daquele jeito. “Meu pai, de longe, me viu cantando e dançando igual às meninas, tirou o cinto e ...

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