LGBTQIA+

LGBTQI+ é o acrônimo para lésbicas, gays (homossexuais masculinos), bissexuais, transgêneros, travestis e intersexuais. Em uso desde os anos 1990, o termo é uma adaptação de LGB, que era utilizado para substituir o termo gay para se referir à comunidade LGBT começando no fim da década de 1980.[1] Ativistas acreditam que o termo "gay" não abrange ou não representa todos aqueles que fazem parte da comunidade. O acrônimo tornou-se popular como uma auto-designação; tem sido adotado pela maioria dos centros comunitários sobre sexualidade e gênero e em meios de comunicação nos Estados Unidos, bem como alguns outros países de anglófonos.[2][3] O termo é usado também em alguns outros países, particularmente naqueles cujos idiomas usam acrônimos, tais como Argentina, Brasil, França e Turquia. no Wikipédia

Lei pune clubes e pode proibir torcedores de frequentar os estádios de futebol — Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

Governo do Paraná aprova lei que pune casos de homofobia e racismo em estádios de futebol

O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), sancionou a lei que prevê punição para torcedores, dirigentes e clubes por atos de racismo e homofobia em estádios de futebol no Paraná. Estão previstas advertência, multa e proibição de frequentar jogos de um a quatro anos. A lei foi publicada no Diário Oficial na última sexta-feira. Esta segunda-feira é marcada pelo Dia de Combate à Homofobia. A lei, que ganhou emendas, prevê também sanções atos de intolerância étnica, religiosa e de xenofobia praticados nos estádios e em um raio de até cinco quilômetros dos locais dos jogos. Na cotação atual, as multas para torcedores podem variar de R$ 5,6 mil a R$ 22,4 mil. Para clubes e dirigentes, o valor varia de R$ 56 mil a R$ 112 mil. As penalidades serão aplicadas gradativamente, com base na gravidade do fato, reincidência e capacidade econômica do infrator. O texto prevê que as multas...

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Marc Bruxelle via Getty Images

Dia Internacional contra a LGBTfobia: mortes foram subnotificadas no último ano

Nesta segunda-feira (17), comemora-se o Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia, uma data para celebrar a diversidade contra todos os tipos de preconceito. A data é referência simbólica da luta pelos direitos LGBT, uma vez que coincide com o dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) deixou de considerar a homossexualidade como doença. A luta é urgente no Brasil, considerado um dos países que mais discrimina e mata pessoas LGBTs no mundo. De acordo com o relatório da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Intersexuais (ILGA), o Brasil ocupa o primeiro lugar nas Américas em quantidade de homicídios de pessoas LGBTs e também é o líder em assassinato de pessoas trans no mundo. De acordo com dados do Grupo Gay da Bahia (GGB), a cada 19 horas, uma pessoa LGBT é morta no país. Segundo a Rede Trans Brasil, a cada 26 horas, aproximadamente, uma pessoa trans...

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Economista Luana Ozemela, fundadora de fundo para ajudar empreendedores - Imagem: Divulgação

Brasileira cria fundo para financiar empreendedor negro, mulher e LGBTQIA+

A economista Luana Ozemela se apresenta como uma ativista do movimento negro gaúcho que se tornou tecnocrata, depois empresária e, agora, investidora de empresas fundadas por empreendedores negros. Ela está à frente de uma das primeiras iniciativas globais de criação de um fundo de investimento o Roots Funding, voltado exclusivamente para colocar recursos em empresas criadas por negros, mulheres, LGBTQIA+ e indígenas da América Latina. Ela é CEO e fundadora da Dima, empresa que faz a ponte de negócios entre América Latina e o mercado árabe a partir do Qatar, e investidora em múltiplas áreas em empresas de tecnologia, turismo, agricultura e mercado imobiliário. Agora, se dedica a impulsionar negócios criados por grupos diversos. Focado em negros no Brasil O Brasil deve ser o principal mercado do fundo por ter o maior ambiente de negócios da região. Por aqui, o recorte racial será dominante porque, apesar de 56% dos brasileiros...

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Vereadora Benny Briolly/ Imagem retirada da CNN

Primeira vereadora trans de Niterói deixa o país após ser alvo de ameaças

A vereadora Benny Briolly (PSOL), primeira parlamentar trans eleita no município de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, deixou o Brasil após receber ameaças de morte. Segundo sua assessoria de imprensa, a decisão foi do partido de Benny e foi tomada para mantê-la segura e que as ameaças acontecem há cinco meses. Uma das ameaças mais sérias, segundo o texto, foi um e-mail que continha o endereço da vereadora e exigindo que ela renunciasse ao cargo. Caso contrário, iriam até casa dela para matá-la. Benny também teria recebido comentários nas redes sociais desejando que "a metralhadora do Ronnie Lessa" a atingisse. Neste primeiro momento, a política ficará afastada da atividade presencial na Câmara de Vereadores por cerca de 15 dias. O texto diz que Benny Briolly vai continuar acompanhando as sessões plenárias, que estão ocorrendo de forma virtual por conta da pandemia. Ronnie Lessa é acusado de matar a vereadora...

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Ana Paula Valadão acena durante o show do grupo Diante do Trono no Festival Promessas 2012 — Foto: Flavio Moraes/G1

MPF denuncia cantora gospel Ana Paula Valadão por fala ligando gays a Aids

O Ministério Público Federal (MPF) enviou à Justiça uma denúncia contra a pastora e cantora gospel Ana Paula Valadão por falas consideradas homofóbicas, onde ela relacionava homens gays a Aids. O MPF pede que a cantora seja responsabilizada por dano moral coletivo no valor de R$ 200 mil, que serão revertidos a entidades que representam pessoas LGBTQI+. A fala foi feita durante o Congresso Diante do Trono, transmitido pela Rede Super de Televisão, no ano de 2016. Muita gente acha que isso é normal. Isso não é normal. Deus criou o homem e a mulher e é assim que nós cremos. Qualquer outra opção sexual é uma escolha do livre arbítrio do ser humano. E qualquer escolha leva a consequências. A Bíblia chama de qualquer escolha contrária ao que Deus determinou como ideal, como ele nos criou para ser, chama de pecado. E o pecado tem uma consequência que é a morte. Inclusive, tudo...

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Abaixo o PL504: 10 desenhos com representatividade LGBTQIA+ para assistir

Foi em um post terno no Instagram da minha querida deputada Erica Malunguinho, rodeada por três crianças na foto, que fui apresentada ao Projeto de Lei 504/2020 em pauta na Assembleia Legislativa de São Paulo. Ele tem como objetivo "proibir a publicidade que contenha alusão a preferências sexuais e movimentos sobre diversidade sexual relacionados a crianças no Estado", alegando que pessoas LGBTQIA+ representariam "práticas danosas" e "influência inadequada" aos mais jovens.   Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Erica Malunguinho (@ericamalunguinho) Em suma, entendo como mais uma tentativa de ataque, tal qual muitos outros feitos ao longo dos últimos anos, para desumanizar pessoas por serem quem são e por amar quem amam. A primeira coisa que penso quando me deparo com esse tipo de alegação é: sobre quais crianças estamos falando? Quem são essas crianças que o Estado quer proteger? Quem vai abraçar as crianças e adolescentes queer e...

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Benny Briolly (PSOL-RJ) foi vítima de transfobia no plenário da Câmara de Niterói (RJ) Imagem: Rafael Lopes/Divulgação

Vereadora sofre transfobia: “É roubar nossa dignidade não usar nome social”

Após ser vítima de transfobia, Benny Briolly (PSOL-RJ) conseguiu que a Câmara de Niterói (RJ) obrigasse os vereadores a usarem o nome social de qualquer colega trans dentro da Casa. Primeira vereadora trans eleita da cidade, Benny era constantemente chamada por pronomes do gênero masculino, e não por seu nome social, pelo colega bolsonarista Douglas Gomes (PTC). O vereador já a chamou de "moleque, vagabundo" e "traveco do PSOL". Na sexta (16), a Câmara publicou uma resolução com a nova orientação — o vereador que não respeitá-la poderá sofrer um processo no Conselho de Ética. O nome social é aquele que uma pessoa escolhe para usar quando se reconhece com um gênero diferente daquele com o qual foi identificada no nascimento. A Universa, Benny diz que chamar uma pessoa trans pelo nome social é uma questão de manter a humanidade, e não apenas de respeito: Usar o nome social é manter a humanidade,...

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Madalena, ex-vereadora travesti de Piracicaba, é encontrada morta em casa (Foto: Fernanda Zanetti/G1/Arquivo)

Madalena, a primeira vereadora travesti de Piracicaba, é assassinada

A ex-vereadora Madalena Leite foi encontrada morta no início da madrugada desta quarta-feira (7), em Piracicaba (SP). De acordo com a Polícia Militar, a ex-parlamentar foi encontrada com sinais de violência. Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar, Madalena foi encontrada por volta da meia-noite e meia em sua casa por um vizinho. De acordo com o Boletim de Ocorrência, o rosto dela tinha marcas de violência O vizinho que encontrou Madalena disse aos policiais que tinha a chave do imóvel, já que sempre estava por ali, mas, ao chegar na casa encontrou o portão da frente apenas encostado, foi quando ele chamou a polícia. O caso foi registrado como homicídio e ainda não há suspeitos para o crime. Madalena tinha 64 anos e fez história ao se tornar a primeira travesti a se eleger para a Câmara Municipal de Piracicaba, em 2012, pelo PSDB. À época, ela foi a segunda...

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Helen Andrade é head de diversidade da Nestlé (Foto: Helen Andrade/LinkedIn/Reprodução)

‘Não adianta ter dinheiro; nenhum negro escapa do racismo no Brasil’, diz head de diversidade da Nestlé

O programa “Mulheres Positivas“, da Jovem Pan, desta segunda-feira, 5, teve como entrevistada a head de diversidade e inclusão da Nestlé, Helen Andrade. A convidada da apresentadora Fabi Saad falou sobre como o racismo moldou a trajetória dela e sobre como as ações são essenciais para poder conscientizar a população. “Minha trajetória foi uma trajetória de bastante resiliência e persistência. Eu entendo que eu cheguei até aqui, óbvio, não só por mérito meu. Tiveram várias pessoas que me ajudaram, mas a resiliência é importante para quem quer chegar em uma posição de liderança, seja aonde for, e sendo negro em um país como o nosso. Ninguém escapa. Não adianta ter dinheiro ou ter estudado nas melhores escolas. Quando você vive em um país que é um país racista, ainda, espero que a gente evolua, esse tema vem e é a cor da pele”, opinou. Além da resiliência, Andrade lembrou da...

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A advogada Luanda Pires é porta-voz da Associação Brasileira de Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexo (Foto: Imagem retirada do site Universa)

“Leis para violência contra lésbica não funcionam na prática”, diz advogada 

Lesbofobia, lesbocídio, estupro corretivo: esses são nomes de violências cometidas especificamente contra mulheres lésbicas, e o Brasil tem leis que protegem contra esses crimes. Mas, por falta de dados, mapeamento dessas agressões e políticas públicas, ainda é difícil fazer valer esses direitos na prática, segundo a ABMLBTI (Associação Brasileira de Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexo). Em entrevista a Universa, Luanda Pires, advogada especialista em direitos humanos e porta-voz da ABMLBTI, explica quais são as principais ferramentas jurídicas que protegem as vítimas desse tipo de violência. Lei Maria da Penha: reconhece violência doméstica e intrafamiliar contra mulheres lésbicas (e também transexuais); ou seja, pode ser acionada em caso de agressão entre um casal de lésbicas, mas também quando o agressor é outro membro da família, como pai, primo, tio. Lei de Racismo: desde 2019, a lei reconhece também a homofobia, ou seja, criminaliza o preconceito e a violência contra pessoas...

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GEOVANA BEMBOM/METRÓPOLES

Dia Nacional do Orgulho Gay: afinal, temos o que comemorar?

Nesta quinta-feira (25) se comemora o Dia Nacional do Orgulho Gay. A data simboliza não apenas a visibilidade enquanto gay, mas da visibilidade LGBTQIA+ como um todo. A data tem como objetivo principal conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia para a construção de uma sociedade livre de preconceitos e mais igualitária, independente do gênero sexual. Afinal, temos o que comemorar? Ativistas respondem As conquistas são à passos lentos, mas é preciso celebrar. É possível destacar a adoção por casais homossexuais e o uso do nome social por pessoas trans ou travestis. No Brasil, o último "marco" foi em 2019, quando o Supremo Tribunal Federal aprovou no dia 13 de junho a criminalização das lgbtfobia. "A gente poderia dizer que esse é um debate que está sendo melhor apresentado pela mídia, pelo próprio movimento social. Mas quando a gente diz em conteúdo para comemorarmos, ainda fica muito...

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(Reprodução/Getty Images)

“Leis para violência contra lésbica não funcionam na prática”, diz advogada

Lesbofobia, lesbocídio, estupro corretivo: esses são nomes de violências cometidas especificamente contra mulheres lésbicas, e o Brasil tem leis que protegem contra esses crimes. Mas, por falta de dados, mapeamento dessas agressões e políticas públicas, ainda é difícil fazer valer esses direitos na prática, segundo a ABMLBTI (Associação Brasileira de Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexo). Em entrevista a Universa, Luanda Pires, advogada especialista em direitos humanos e porta-voz da ABMLBTI, explica quais são as principais ferramentas jurídicas que protegem as vítimas desse tipo de violência. Lei Maria da Penha: reconhece violência doméstica e intrafamiliar contra mulheres lésbicas (e também transexuais); ou seja, pode ser acionada em caso de agressão entre um casal de lésbicas, mas também quando o agressor é outro membro da família, como pai, primo, tio. Lei de Racismo: desde 2019, a lei reconhece também a homofobia, ou seja, criminaliza o preconceito e a violência contra pessoas LGBTQIA+. Em caso de homicídio, se...

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Fonte: Adobe

Pode a lésbica falar?

Agosto é o mês da visibilidade¹ lésbica e dois mil e vinte e um o ano de nos libertarmos das correntes que insistem em nos prender na escuridão, na subalternidade², na discrição. Pois, é lá que nos querem, escondidas, silenciosas. Eles gritam que não se importam com nossas existências, desde que a gente permaneça invisível. Tudo bem amar, desde que a sociedade não veja. Veja bem, em uma sociedade que cultua o masculino e seus desdobramentos, jamais vai aceitar tranquilamente mulheres que rejeitam tal adoração. E elas, e nós, estamos cada vez mais diferentes e atuantes. Estudando, fazendo política, ocupando espaços novos, empoderando³ outras, realizando sonhos das nossas ancestrais. Saindo das delimitações impostas pelo patriarcado.⁴ Patriarcado que vê a mulher como propriedade. Os ultraconservadores⁵, sentados em suas poltronas douradas, cravejadas de diamantes ungidos, saboreando o melhor vinho com gotas de ódio, em suas taças, delicadamente banhadas a ouro, nos desprezam....

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Foto: Divulgação

Festival Bixanagô começa nesta semana com exposição inédita e shows de Tássia Reis, Rico Dalasam e outros destaques da cena preta e LGBTQIA+

Começa nesta semana a edição de 2021 do Festival Bixanagô Bixanagô - Empoderamento e Estética Negra, que chega chegando totalmente online no dia 21 de março, Dia Internacional contra a Discriminação Racial, e segue nos dias 25, 26 e 27. A programação é aberta com uma exposição inédita e traz shows, rodas de conversa e oficinas para todas, todos e todes. Com curadoria de Micaela Cyrino e Paulete Lindacelva, a exposição de abertura “Como quebrar uma linha”, no sábado (21), reúne um grupo de cinco artistas que se aprofundaram em suas travessias - caminhos - e inquietações, entre contextos históricos e sociais, de afetação dos corpos, das almas e a amálgama que todos esses espaços preenchem. São eles: Alexandre dos Anjos, Karolyne Kimberbeli, Mayara Amaral, Micaela Cyrino e Manauara Clandestina. “Cada um dos artistas escolhidos tem sua própria trajetória e nós, o público, precisamos acompanhar e conhecê-los para desfazer esse...

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Pequena manifestação na avenida Paulista em homenagem a Plínio, homossexual assassinado - Marina Garcia/Folhapress

Justiça adia para maio júri de acusado de matar cabeleireiro por homofobia em 2018

A Justiça de São Paulo adiou para o dia 5 de maio, às 13h, o início do júri do cozinheiro Fuvio Rodrigues de Matos, que está preso preventivamente acusado de ofender, esfaquear e matar o cabeleireiro Plínio Henrique de Almeida Lima. O crime aconteceu em 2018 e o motivo é apontado como homofobia, já que a vítima era gay e tinha 30 anos. Plínio Henrique de Almeida Lima foi morto na Paulista — Foto: Arquivo Pessoal O julgamento do réu estava marcado para a tarde desta segunda-feira (22) no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste da capital. Mas foi adiado porque, segundo o Tribunal de Justiça (TJ), o defensor público Daniel Guimarães Zveibill que faria a defesa do réu está “doente”. Não foi informada a doença. O adiamento foi determinado pela juíza Marcela Raia de Sant’Anna. “ está com Covid”, disse ao G1...

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Lucas Penteado (Foto: Reprodução/ TV Globo)

Homens Negros e suas sexualidades: A saída de Lucas Penteado do BBB

Hoje eu vim falar sobre BBB. E eu sei que muitos de vocês já devem estar querendo fechar a página aqui mesmo. Seja por acharem o programa, e as pessoas que o assistem, fúteis — Enxergando qualquer tentativa de estabelecer debates mais sérios sobre o que acontece na casa como um exagero — seja porque você está assistindo o programa e ficando mal com os horrores que estão sendo feitos e ditos lá dentro. Eu te entendo. Independentemente de qual dos dois grupos você esteja, eu te convido a ficar até o final do texto. Vou me esforçar para que valha seu tempo. Para quem não tem acompanhado a televisão e a internet nos últimos dias (e por isso, imagino, tenha conseguido manter pelo menos parte da sua sanidade), a vigésima primeira edição do Big Brother Brasil vem dando o que falar. Primeiro por ser a edição com maior participação...

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Emanuelle da Silva, 44, é efetiva da guarda patrimonial (Foto: RONALDO SILVEIRA)

Mercado de trabalho ainda é desafio para as transexuais

O dia 9 de setembro de 2020 foi um marco na vida de Jhenny Silva, 28. Mesmo tendo assumido sua identidade de gênero aos 12 anos, ela enfrentou por anos na pele a dor do preconceito social e, como não conseguia se inserir no mercado de trabalho, passou a atuar como faxineira e cuidadora de idosos para sobreviver, mas de forma informal. A primeira oportunidade de um emprego com carteira assinada veio somente há quatro meses, quando ela foi contratada como agente de limpeza em uma empresa terceirizada no Hospital Regional de Betim. “Já passei por algumas situações, como olhares constrangedores. Mas nunca fui humilhada ou desrespeitada no meu trabalho. Ainda não fiz qualquer tipo de transformação no meu corpo e apenas tenho características femininas, o que acho que me ajudou ter uma aceitação mais fácil na sociedade. Mas vejo que as trans que têm o corpo transformado sofrem muita...

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Roda Viva/TV Cultura

No Roda Viva, Erika Hilton comenta os ataques sofridos pelos parlamentares do PSOL

O Roda Viva desta segunda-feira (1º) recebeu a vereadora Erika Hilton, a mulher mais bem votada em todo país e a primeira transexual eleita para a Câmara Municipal de São Paulo". Ativista dos direitos humanos, Erika recentemente sofreu ataques e ameaças de um garçom. Ela chegou a registrar queixa. De acordo com o boletim, o homem chegou no gabinete da vereadora por volta das 17h, de terça-feira (26), usando uma bandeira e máscara com símbolos cristãos e "aparentemente perturbado". "O que aconteceu nos últimos dias é algo extremamente lamentável, preocupante e que acende um alerta", disse no programa. Assista abaixo ao trecho: "O que aconteceu nos últimos dias é algo extremamente lamentável, preocupante e que acende um alerta", diz @ErikakHilton sobre recentes ataques e ameaças a parlamentares trans do PSOL. #RodaViva pic.twitter.com/Dcc7ZyHzY8 — Roda Viva (@rodaviva) February 2, 2021 Negra e transvestigênere, Erika Hilton é a mulher mais bem votada...

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A ação em frente a casa de Samara Sosthenes foi testemunhada - Arquivo pessoal

Homem dispara tiro em frente a casa da covereadora Samara Sosthenes (PSOL-SP)

A covereadora Samara Sosthenes (PSOL-SP) publicou nas redes sociais que um homem em uma moto efetuou um disparo para cima na madrugada deste domingo (31) em frente a casa em que ela reside com a mãe e os irmãos. Samara Sosthenes é travesti e mora na ocupação Prestes Maia, no Centro da capital paulista. No último dia 29 ela participou de ações voltadas para o Dia Nacional da Visibilidade Trans.   Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Mandata Quilombo Periférico (@quilomboperiferico) Outros casos Além de Samara Sosthenes, as também parlamentares Carolina Iara e Erika Hilton, ambas pelo PSOL na capital paulista, sofreram atentados e ameaças diretas a sua integridade física nos últimos dias. Na madrugada do dia 26 de janeiro, a residência da covereadora Carolina Iara, localizada na Zona Leste de São Paulo, foi atingida por dois disparos. A bancada pessolista alegou se tratar de um crime político. Também no dia 26,...

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Imagem retirada do site NÓS MULHERES DA PERIFERIA

Mostra ‘Afetividades Ordinárias’ revela a vida de pessoas trans

No Mês da Visibilidade Trans, o fotógrafo João Bertholini expõe uma mostra de fotos com temática LGBTQIA+ que inaugurou no dia 20 de janeiro, em parceria com a Oficina Cultural Oswald de Andrade e curadoria de Neon Cunha mulher trans, que faz parte da Marcha das Mulheres Negras. Adaptada para o modo virtual, “Afetividades Ordinárias” pode ser vista em seu site-galeria um acervo de fotografias de diversas mulheres trans em cenas comuns do cotidiano e também com retratos agendados ou tirados de forma inesperada. Há também textos autobiográficos e poéticos de Neon Cunha e da atriz e escritora Ave Terrena, e ainda uma música-poema da dançarina e cantora Danna Lisboa, cedida especialmente para integrar o projeto. A ideia é distribuir mil exemplares da publicação quando a exposição física tiver lugar em momento oportuno. A curadoria é de Neon Cunha, que trás consigo uma história pessoal de descobrimento e resistência sobre...

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