terça-feira, agosto 4, 2020

    Tag: Joel Zito Araújo

    Joel Zito Araújo (Foto: Leila Fugii)

    Joel Zito Araújo: o cinema do real contra o racismo e a alienação das fake news

    O tema é o que pode haver de mais político nestes tempos de ódio: a amizade, que, na sua narrativa, une dois craques do samba. Mas em paralelo à sua imersão na lealdade, pelas vias da fábula, o realizador de “A Negação do Brasil” (2000) e de “Meu Amigo Fela” (lançado em Roterdão, em 2019, e laureado em Los Angeles, no Burkina Faso e Camarões) tem um mar de debates para navegar nas ondas da web. As suas reflexões hoje são disputadas nas mais prestigiadas instituições de ensino e de pesquisa, como a casa de Machado de Assis no Rio de Janeiro, a Academia Brasileira de Letras (ABL), e por universidades de todo o Brasil e do exterior. Nesta sexta-feira, às 16h no Brasil (20h em Portugal), o cineasta – cada vez mais relevante como documentarista, mas sempre reverenciado pelo lírico melodrama “Filhas do Vento”, de 2004 – vai debater fake news com o crítico Fernão Ramos, no ...

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    Meu Amigo Fela: documentário de Joel Zito Araújo estreia em São Paulo

    A história do músico nigeriano Fela Kuti, em contrapartida à perspectiva comum de sua imagem como um excêntrico pop star. Através de conversas com seu amigo pessoal e biógrafo oficial, Carlos Moore, o documentário constrói um complexo olhar sobre suas influências, seus relacionamentos, sua espiritualidade e o contexto cultural e histórico em que o músico viveu sua vida. Do Itaú Cinema  Confira a programação

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    Joel Zito (Foto: Imagem retirada do site O Globo)

    Casa de Machado de Assis, a ABL abre suas portas pra Joel Zito Araújo

    Casa de Machado de Assis (1839-1908), a Academia Brasileira de Letras (ABL) vai se tornar nesta quinta-feira palco para uma inflamada reflexão sobre racismo, colorismo e todas as demais matizes da aquarela da exclusão, numa visita do diretor Joel Zito Araújo, diretor de “A negação do Brasil” (2000) para falar sobre representação e identidade do legado africano em nossa população. Com 31 anos de estrada nas telas, o realizador do premiado “Filhas do vento” (2004) foi convidado pela ABL para ministrar, hoje (27/6), às 17h30, o colóquio “O Negro no Cinema Brasileiro”. A palestra dele encerra o ciclo “Vozes d’África na cultura brasileira”. A ABL, casa fundada por Machado de Assis, fica Av. Presidente Wilson, 203, Castelo. Em janeiro, o mineiro, nascido na cidade de Nanuque e reconhecido como um dos mais combativos documentaristas em atividade hoje no país, integrou a mostra Soul in the Eye, do Festival de Roterdã, ...

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    Cineasta e roteirista Joel Zito Araújo fala na ABL sobre ‘O negro no cinema brasileiro’

    O Cineasta, roteirista e produtor Joel Zito Araújo faz na Academia Brasileira de Letras a palestra de encerramento do Ciclo “Vozes d’África na cultura brasileira”, intitulada “O Negro no cinema brasileiro”, sob a coordenação do Acadêmico e professor Domício Proença Filho. O evento está programado para o dia 27 de junho, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo. Entrada franca Da  Academia Brasileira de Letras A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado é a coordenadora geral dos Ciclos de Conferências de 2019. Acadêmico Domício Proença Filho convida para o ciclo "Vozes d'África na cultura brasileira" Serão fornecidos certificados de frequência. O CONFERENCISTA Premiado diretor conhecido por tematizar o Negro na sociedade brasileira. Cineasta, roteirista e produtor, curador de festivais, é doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, e pós-doutor pelo Departamento de Rádio, TV e Cinema na Universidade do Texas, ...

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    Documentário sobre Fela Kuti fotografado pelo professor Cleumo Segond exibido em Roterdã

    “My Friend Felá”, documentário sobre o músico nigeriano Fela Kuti, dirigido por Joel Zito Araújo, com fotografia de Cleumo Segond, professor da Academia Internacional de Cinema, participa do Festival Internacional de Cinema de Roterdã, que vai de 23 de janeiro a 3 de fevereiro. Do Academia Internacional de Cinema Cleumo Segond, professor de Direção de Fotografia da AIC, com a equipe em Nova York Cleumo conta que desde as primeiras reuniões sobre o filme, o diretor Joelzito Araújo queria uma câmera com movimento. “Nosso filme é de baixo orçamento por isso precisávamos nos adaptar a vontade do diretor e a nossa realidade. A solução foi usar um stedicam (estabilizador) e treinar meu assistente de câmera Luis Gomes, para operar. A câmera que usamos indicada pelo próprio colorista Paulo M. de Andrade e parceiro do filme foi a Blackmagic Cinema, que nos atendia como qualidade de imagem ...

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    O papel dos negros na televisão brasileira

    Em tempos em que continuamos a ver mulheres e homens negros somente em novelas “de época” representando escravos, sempre me pergunto, até quando? Por Kelly Souza Do Beleza Black Power Dias atrás a rede Record estreou mais uma novela com a pauta voltada aos escravos. Intitulada “Escrava Mãe”, a novela contará a história da mãe da escrava Isaura (a escrava branca, educada na casa grande e de caráter nobre, mas que sofria constante assédio do seu senhor.) Assisti o primeiro capítulo para ter alguma opinião e tinha um pouco de esperança em ver algo novo. Me decepcionei mais uma vez. Não costumo assistir novelas assim, pois o foco costuma ficar entre os brancos da trama e os negros só aparecem para sofrer. Mas era o que acontecia naquele momento da história? Sim. Era pior. O problema maior não é colocar isso na tela, até porque todos assistimos “12 anos de escravidão” e ...

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    A mulher negra no cinema brasileiro: uma análise de Filhas do Vento

    RESUMO  O artigo apresenta uma reflexão sobre a mulher negra na comunicação. Realiza, para isso, uma análise do filme Filhas do Vento, lançado em 2003, sob a direção de Joel Zito Araújo. Recorre ao conceito e às implicações de identidade cultural. Debate o mito da convivência cordial das três raças que dão origem ao brasileiro. Lembra a situação de negras e negros na sociedade e na comunicação, que ainda é marcada pela discriminação. Tanto, que, ao avaliar de forma específica a televisão, Muniz Sodré afirma que esta faz um "controle de rostos" na sua programação, ocultando a realidade estética do nosso país. Este artigo tem também como base os estudos sobre a mulher na comunicação que apontam, por exemplo, o tripé moda-casa-coração como sustento da imprensa feminina. Após tal caminho teórico, o artigo analisa cenas do filme, que são representativas do tema. Palavras-chave: Comunicação. Cinema. Identidade Cultural. por * Cláudia ...

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    Cineasta Joel Zito Araújo avalia que mídia tradicional é injusta no debate racial

    Cineasta Joel Zito Araújo avalia que mídia tradicional é injusta no debate racial

    Passados 125 anos da lei que libertou africanos e seus descendentes da escravidão no Brasil, o cineasta negro Joel Zito Araújo avalia que, na mídia, há “desequilíbrio” na apresentação de temas relacionados à questão racial, como ações afirmativas, entre elas as cotas, e políticas destinadas a comunidades quilombolas. O cineasta propõe uma reflexão sobre o tema ao trazê-lo ao debate em seu mais novo filme, Raça, uma parceria com a documentarista americana premiada com o Oscar, Megan Mylan. O lançamento, marcado para a próxima sexta-feira (17), ocorre 25 anos depois que a temática foi levada às telas pelo cineasta e ator negro Zózimo Bulbul com o documentário Abolição, sobre a situação da população negra brasileira. Araújo é categórico ao afirmar que seu documentário tem o objetivo de apresentar ao público uma “versão dos fatos” e argumentos ignorados pela imprensa nos últimos anos. “As mídias tradicionais foram injustas no debate racial. Sempre privilegiaram ...

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    Foto: Tânia Rêgo/ABr

    Eu sou neguinho

    O meu amigo Caetano, que no debate público é um provocador tão genial quanto na arte, também é, sem dúvidas, um atento observador da realidade racial brasileira desde jovem, quando Dona Canô gritava "meu filho corra, venha ver na TV aquele preto de que você tanto gosta!". Ou quando se irritou ao ver jovens de esquerda chamando Clementina de Jesus de macaca no Teatro Paramount, em 1968. Ou quando não deixou o país esquecer que o Haiti é também aqui. Mas agora, depois de tão bela história, depois de ter produzido poemas tão poderosos e belos sobre a negritude baiana, ele parece acreditar que o país acompanhou a sua cabeça e seu desejo de viver em uma democracia pós-racial. Foto: Tânia Rêgo/ABr " Não é possível ignorar as cotas como um movimento natural e necessário, apesar das imperfeições no processo " O Brasil pós-racial é uma ...

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