quinta-feira, outubro 29, 2020

    Resultados da pesquisa por 'feminismo'

    Robinho assiste à partida Santos x Atlético-GO, na Vila Belmiro (Foto: Ettore Chiereguini/AGIF)

    Robinho, feminismo é para todo mundo!

    Feminismo. Faz uns doze anos que ouvi essa palavra pela primeira vez. Quem me apresentou o movimento em defesa da igualdade de oportunidades e de direitos para as mulheres foi a professora Constancia Lima Duarte, que desde os anos 1970 dedica parte da vida à luta contra o machismo, o sexismo e todas as formas de violência e discriminação que incidem sobre nós. Tive muita sorte. De maneira paciente e amorosa, Constancia me brindou com histórias de mulheres das quais eu jamais tinha ouvido falar. Foi ela que me apresentou Francisca Senhorinha da Motta Diniz, jornalista e educadora mineira que no século XIX já lutava pela escolarização das meninas e pelo direito ao voto. Em artigo publicado no ano 1873, no jornal “O Sexo Feminino”, do qual era redatora e proprietária, ela escreveu: “Em vez de pais de família mandarem ensinar suas filhas a coser, engomar, lavar, cozinhar, varrer a ...

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    A historiadora, professora, poeta e ativista Beatriz Nascimento  (Foto: Arquivo Nacional)

    Oito livros para conhecer e se aprofundar no feminismo decolonial

    Um feminismo decolonial Françoise Vergès Organização e tradução Jamille Pinheiro Dias e Raquel Camargo Ubu, 142 páginas A autora, historiadora e cientista política francesa critica o que chama de “feminismo civilizatório” – aquele representado por mulheres brancas, burguesas europeias que desde os anos 1960 reivindicam direitos iguais aos homens de sua classe. Para a autora, o feminismo deve ser necessariamente multidimensional e incluir em suas pautas e reflexões as dimensões de classe, raça e sexualidade. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento Patricia Hill Collins Tradução Jamille Pinheiro Dias Boitempo Editorial, 480 páginas Livro fundamental para o feminismo das mulheres não brancas e antirracistas. Nele a socióloga Patricia Hill Collins desenvolve conceitos importantíssimos, como “imagem de controle”, “estrangeiro dentro” (outsider within) e resistências, que são fundamentais para a construção de teorias e políticas de resistência à colonização do saber e do ser. Eu sou atlântica: sobre a ...

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    Colagem analógica por Aline de Campos
Título: .energia ancestral (2020)

    Ancestralidade e feminismo: de onde vem a prática feminista que você exerce?

    Provocada por uma professora do mestrado – obrigada por isso Carla Cristina! –, refleti acerca de minha concepção de feminismo a partir de uma ótica ancestral. O exercício era considerar as relações entre mim e as duas mulheres que vieram antes, minha mãe e minha avó. Costumo discutir com colegas como a percepção do feminismo chega nas periferias, tendo em vista que as mulheres da resistência cotidiana são as mais expostas às opressões que fortalecem as desigualdades. Cabe lembrar, como Lélia Gonzalez e bell hooks destacaram, que em geral as pautas feministas não trouxeram nenhuma novidade à realidade das mulheres que já lutavam contra dominações desde sempre. Bagagem a mulher preta e periférica tem, seu entendimento das práticas colonizadoras ainda vigentes, na encruzilhada da desigualdade, chega primeiro pela cor, depois pelo gênero. Diferente de como se deu na Europa por meio das classes, como exposto por Marx, a desigualdade no ...

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    A cientista política e feminista Françoise Verges - Anthony Francin/Divulgação

    Feminismo ocidental nunca questionou privilégios de brancas, diz ativista

    De acordo com Françoise Vergès, a pandemia, embora agrave as desigualdades, não mudará o modo como mulheres brancas se aproveitam da exploração do trabalho doméstico de mulheres que pertencem a minorias. A cientista política, historiadora, ativista e especialista em estudos pós-coloniais francesa lança agora no Brasil seu mais recente livro, “Um Feminismo Decolonial”, no qual aborda movimentos feministas antirracistas, anticapitalistas e anti-imperialistas, em contraste ao feminismo branco europeu, chamado de civilizatório, que se quer universal e acredita poder salvar as mulheres de outros tons de pele do obscurantismo. O termo decolonial, principal conceito do livro, faz referência ao esforço de tornar pensamentos e ações livres do legado das diversas colonizações, e se diferencia, na tradução ao português, de descolonial, que se refere aos processos históricos de desligamento das metrópoles e ex-colônias. Vergès, de uma família de militantes comunistas de origens francesa e vietnamita, cresceu na ilha da Reunião, departamento francês ...

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    (AP Photo/Mahesh Kumar A.)

    Capital, pandemia e os papéis do feminismo

    Ultraliberais querem decidir quem vive ou morre. A maioria — com raça, gênero e classe social segregadas — amarga o medo e a exclusão. É a necropolítica, descrita pelo filósofo Achile Mbembe. Mas brecha da mudança foi aberta… Por SOS Corpo, no Outras Palavras Foto: AP Photo/Mahesh Kumar A. Por SOS Corpo, na coluna Baderna Feminista A rápida expansão da pandemia de coronavírus pelo mundo e a tragédia sanitária e socioeconômica por ela instalada nos coloca face a face com a profunda insegurança social em que o capitalismo jogou populações inteiras, as mais empobrecidas. Já ultrapassamos os 30 mil mortos e não temos condições de prever até onde vamos diante deste cenário de incertezas. A outra questão impiedosa deste processo é a voz dos poderosos querendo transparecer como algo que nos afeta indistintamente, em termos de classe, gênero, raça/etnia. Isso é um mito. Em tempos de pandemias, as ...

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    O cuidado e o feminismo em tempos de pandemia

    O papel de tomar conta da família, invisível e não remunerado, recai sobre as mulheres. Em meio à crise sanitária, Estado deveria se responsabilizar. Após o desastre, será preciso construir um mundo baseado no bem comum e na solidadariedade Por CFEMEA, Do Outras Palavras (Foto: Getty Images) Quando um vírus se alastra entre países, o caos e o medo gerado por isso acabam revelando muito sobre como a nossa sociedade se organiza e quais são seus principais problemas. No caso do Coronavírus, estamos vendo como se acirram as desigualdades de gênero, raça e classe, até o ponto de inviabilizar medidas como o isolamento social para uma boa parte da população. Nas nossas vidas e ao nosso redor, as mulheres são fundamentais nas tarefas de cuidado, por seu trabalho nos serviços de saúde e assistência, nas comunidades onde vivem, nas casas em que trabalham ou nas suas ...

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    Por um feminismo de baderna, ira e alarde

    Neste 8M, ocuparemos politicamente as ruas e as nossas casas, em festa e protesto. Não queremos flores, parabéns e elogios — mas sacudir uma ordem social irrespirável, que tem a mesma cara dos machos rivalistas e opressores Por SOS Corpo, no Outras Palavra  Arte: Rafael Werkema/CFESS O feminismo veio para ocupar tudo! Não tem como conter essa forma de ver, pensar e transformar o mundo. O pensamento feminista foi fundamental para que a democracia ganhasse demandas reais em espaços do cotidiano, foi fundamental para compreendermos que ele é uma forma de organizar a vida social. Nós mulheres não só denunciamos as declarações sexistas de políticos ou escrachamos os machos que se esfregam “nelas” no metrô ou no carnaval. É mais que isso: o feminismo revelou que o espaço “privado” imposto a nós mulheres, à família e à casa nada tinha de privado, mas representou e representa ...

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    “Quando o feminismo vira um produto, a gente tem um problema”, afirma ativista

    Entrevista especial para o Dia de Luta das Mulheres debate o feminismo na internet e a apropriação da luta pelo capital Por Cris Rodrigues e Pamela Oliveira, Do Brasil de Fato "Se a gente entender a internet como um espelho da nossa sociedade a gente vai ter um debate mais justo", diz Ana Paula Xongani (Foto: Pedro Stropasolas) O 8 de março de 2020 acontece em meio a um cenário de retrocessos para as mulheres. Entre eles, declarações machistas e homofóbicas do presidente da República e a criação de políticas antiquadas que retiram direitos. Enquanto isso, a palavra "feminismo" ganhou o debate público e está na TV, nas lojas e na internet, para o bem e para o mal. A luta das mulheres foi apropriada pelo capitalismo para lucrar em cima da força do movimento. É o que defende a jornalista e escritora Clara Averbuck. "Eu ...

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    Na luta contra as opressões atuais, mulheres camponesas se aprofundam na história do feminismo

    Luiza Mahin, Teresa de Benguela, Sojourner Truth, Olympe de Gouges, Emily Davison. Esses nomes que são desconhecidos para muitos/as correspondem a mulheres que fizeram parte da história das lutas femininas, no Brasil e no mundo, mas, que muitas vezes são esquecidas. Com o objetivo de aprofundar o conhecimento sobre o movimento de mulheres por igualdade e direitos, a segunda etapa da Formação Continuada Gênero e Agroecologia da Rede Mulher do Sertão do São Francisco teve como tema a história do feminismo. Do CPT Nacional Imagem: Comunicação IRPAA   A Formação, que tem como público mulheres camponesas, aconteceu entre os dias 29 de fevereiro e 1º de março, no Centro de Formação Dom José Rodrigues, em Juazeiro (BA). No encontro, agricultoras, pescadoras e apicultoras conheceram a origem do feminismo através dos marcos históricos – a exemplo da Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã (1791) e ...

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    Imagem retirada do site

    “Outra educação é possível: feminismo, antirracismo e inclusão em sala de aula “

    Obra discute educação e inclusão, e Jaycelene Brasil conta sua experiência em escolas de Xapuri Por TIÃO MAIA, , do ContilNet Imagem retirada do site ContilNet A coluna “Opinião” do UOL, um dos maiores sites de notícias do país, publica, nesta quarta-feira (12), artigo da professora acreana Jaycelene Brasil. Socióloga, militante de direitos humanos e pesquisadora das questões raciais e de gênero, Brasil escreve sobre o livro da também professora, historiadora mineira, mestra em educação e militante do movimento negro e feminista Luana Tolentino. O livro, intitulado “Outra educação é possível: feminismo, antirracismo e inclusão em sala de aula”, lançado pela editora Mazza em 2019, é, de acordo com a autora do artigo, “uma obra icônica de crônicas que evidenciam suas experiências vividas ao longo de dez anos à frente de turmas dos Ensinos Fundamental e Médio”. De acordo com Jaycelene Brasil, o livro “chama a ...

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    Clássico do feminismo negro, obra de estreia de bell hooks é relançada no Brasil

    E Eu Não Sou Uma Mulher? examina o impacto do sexismo e do racismo nas mulheres afro-americanas Por Marília Moreira, Do Correio (Foto: Imagem retirada do site Correio) Uma das maiores referências contemporâneas quando o assunto é a intersecção entre feminismo e mulheres negras, bell hooks, 67 anos, teve o seu livro de estreia relançado no Brasil mês passado, 38 anos depois da primeira publicação. Em E Eu Não Sou Uma Mulher? Mulheres Negras e Feminismo (Record | R$ 40 | 320 págs), a autora examina o impacto do sexismo e do racismo nas mulheres negras durante a escravidão nos Estados Unidos, e parte daí para pensar a desvalorização da “mulheridade” negra, o sexismo dos homens brancos e negros, o racismo entre as feministas e os estereótipos dos quais as mulheres negras são vítimas ainda hoje. (Foto: Imagem retirada do site Correio) ...

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    27.03.15 - CPFL Cultura - Cafe Filosofico - Yara Frateschi
Tatiana Ferro Fotografia

    Disciplina da Filosofia sobre “Feminismo negro” aborda exclusivamente autoras negras

    Para a professora Yara Frateschi não basta mudar as formas de ingresso, é preciso democratizar também as bibliografias de curso e o ambiente da sala de aula Por Nádia Junqueira Ribeiro, especial para o Jornal da Unicamp Yara Frateschi  (Foto: Tatiana Ferro Fotografia) Professora da Unicamp há 15 anos, a livre-docente Yara Frateschi lecionou, pela primeira vez no departamento de Filosofia da Universidade, uma disciplina com bibliografias compostas exclusivamente por autoras negras, filósofas e sociólogas. “Feminismo Negro” foi lecionada no primeiro semestre deste ano para pós-graduação e, no segundo, para graduação. Segundo Yara, foi um genuíno exercício de alargamento da mentalidade: “a melhor experiência que eu tive até hoje em sala de aula”, confessa a professora. No ano passado, a professora Monique Houlshof abriu caminho ao ministrar uma disciplina na graduação do mesmo departamento sobre perspectivas feministas sobre a democracia e incorporado em sua bibliografia textos ...

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    Márcia Lima, pelo traço do ilustrador Caio Borges

    Maria vai com as outras #8: Feminismo Negro

    A socióloga Márcia Lima encerra a terceira temporada numa gravação especial com participação da platéia Da Rádio Piauí Márcia Lima, pelo traço do ilustrador Caio Borges Márcia Lima é doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e é professora do Departamento de sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, a Universidade de São Paulo – muito provavelmente os dois endereços mais sagrados à cátedra das ciências humanas. Sendo assim, Márcia se vê com frequência como a única mulher negra em meio a mestres e doutores, não só dessa área mas de tantas outras do universo acadêmico de excelência do Brasil. E aos 48 anos, ela acaba de assumir a coordenação do Núcleo AFRO, para pesquisa e formação em Raça, Gênero e Justiça Racial, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, o Cebrap. Nesta conversa, que encerra a terceira temporada ...

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    Feminismo negro e votar em negros é mais urgente para pobres do que ricos, diz pesquisa

    No topo da lista de prioridade para pretos e pardos está a inclusão no mercado de trabalho Por Thaiza Pauluze, da Folha de São Paulo Arte: @designativista Em uma hipotética lista de prioridades, votar em candidatos negros, discutir o feminismo negro e exaltar o dia da Consciência Negra, neste 20 de novembro, têm mais força entre as classes pobres do que entre os abastados e escolarizados. É o que mostra uma pesquisa do Google, realizada pela consultoria Mindset e pelo Instituto Datafolha, que ouviu 1.200 pessoas negras ao longo do último mês de outubro —uma amostra representativa de 58% da população que se autodeclarada preta ou parda. No caso da representatividade na eleição, 26 pontos percentuais separam os que têm menos e mais renda. Votar em candidatos negros foi considerado importante por 73% das pessoas das classes D e E, e por 47% das classes A ...

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    Divulgação/Feita Preta

    Encontro Internacional Afro-Feminismos De Abya Yala: Uma aposta crítica para o agora

    A partir de experiências de mulheres negras de diferentes origens, culturas, identidades de gênero e dissidências sexuais no ativismo feminista, antirracista e anticolonial na América Latina e Caribe, o Encontro Internacional Afro-Feminismos de Abya Yala: uma aposta crítica para o agora busca, através da interlocução, visibilizar protagonismos de mulheres negras e/ou racializadas na construção das sociedades Latino-americanas e Caribenhas que desafiam cotidianamente as imbricadas opressões intrínsecas ao patriarcado, ao racismo, ao capitalismo. Esse Encontro Internacional tem como objetivo ecoar reflexões e contribuições de pensadoras feministas não hegemônicas, a partir não só das suas presenças e palavras, mas também da visibilização das várias identidades do que é ser mulher (Cis, hetero, LGBTIQ+...). Em dois dias de evento, propomos a interlocução do público com dez pensadoras e ativistas que refletem experiências e vivências em países como Peru, Argentina, Uruguai, Colômbia, Chile, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Canadá, Trinidad e Tobago e Brasil, ...

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    Não dá para falar de feminismo sem a mulher negra, diz Sueli Carneiro

    No podcast, a intelectual e ativista fala sobre a asfixia social que sofrem as negras no Brasil Por Walter Porto, Da Folha de S.Paulo Sueli Carneiro, doutora em filosofia da educação e ativista, na Redação da Folha - Zé Carlos Barretta/Folhapress Doutora em filosofia da educação pela USP, Sueli Carneiro é uma das principais intelectuais brasileiras, com estudo robusto e pioneiro sobre a articulação das questões de raça e gênero no Brasil. Sueli é a convidada desta quinzena do podcast Ilustríssima Conversa. Ela teve alguns de seus principais textos reunidos pela primeira vez de forma ampla em “Escritos de uma Vida”, livro organizado por Djamila Ribeiro e editado neste ano pela Pólen. Sueli falou ao podcast sobre a asfixia social que estrangula as mulheres negras no país, discutiu o que mudou ao longo das últimas décadas (e o que permanece igual) e comentou as ...

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    Feminismo precisa ser cuidadoso para não ‘perder sentido’, diz Patricia Hill Collins

    Socióloga e influente autora feminista está no Brasil para o lançamento de "Pensamento Feminista Negro", sua primeira obra, lançada originalmente em 1990. Por Andréa Martinelli, do Huffpost Brasil Patricia Hill Collins (Foto: Julia Dolce) Durante boa parte do século 20, o movimento feminista não abraçou questões enfrentadas por grande parte das mulheres no mundo. “O feminismo tem sido muito sobre ‘feminismo branco’ e hoje existe uma luta para que ele não seja só isso”, afirma Patricia Hill Collins, 71, socióloga e professora da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, em entrevista ao HuffPost Brasil. Collins está no Brasil para lançar o livro Pensamento Feminista Negro - conhecimento, consciência e a política do empoderamento — que só em 2019, três décadas depois de sua primeira publicação, em 1990, ganhou tradução para o português, pela editora Boitempo. Ela recebeu a reportagem na semana passada, em São Paulo, durante ...

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    “Nunca alcançamos a democracia”, diz autora referência do feminismo negro

    O ativismo negro tem como um de seus representantes mais importantes a socióloga americana Patricia Hill Collins. Para ela, há duas dimensões que caracterizam o pensamento feminista negro: a luta pela sobrevivência do grupo, que cria esferas de influência nas estruturas sociais; e a luta pela transformação institucional, capaz de mudar políticas e procedimentos discriminatórios. Por Maria Carolina Trevisan, Da Universa Patricia Hill Collins (Foto: Julia Dolce/ Agência Pública) Professora emérita do Departamento de Sociologia da Universidade de Maryland, Patricia foi a primeira mulher negra a presidir a Associação Americana de Sociologia. Autora de "Pensamento Feminista Negro" (Editora Boitempo), uma das obras de maior referência para pesquisadores dessa área, ela está no Brasil para participar do seminário Democracia em Colapso?, que também terá a presença da filósofa e ativista Angela Davis. Nesta entrevista, Patricia fala sobre racismo, resistência e organização. E alerta: nem chegamos a conquistar ...

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    Reprodução/Facebook

    8ª edição da FLUP destaca o feminismo negro e celebra a poesia falada

    Realizado pela primeira vez no Museu de Arte do Rio – MAR, na Zona Portuária, festival literário homenageia o poeta pernambucano Solano Trindade Enviado para o Portal Geledés  Reprodução/Facebook Símbolo da herança africana no Rio de Janeiro, a Zona Portuária da cidade recebe a 8ª edição da Festa Literária das Periferias (FLUP). De 16 a 20 de outubro, o festival desembarca no Museu de Arte do Rio – MAR, parceiro estratégico da FLUP, e lança luz sobre o feminismo negro e a poesia falada, dois movimentos que redesenharam a produção cultural do país neste século. As mesas abertas ao público contarão com grandes nomes da literatura e de movimentos mundiais, como Funmilola Fagbamila (uma das criadoras do Black Lives Matter) e a francesa Audrey Pulvar, uma das maiores referências no tema do momento: conflitos socioambientais. Em 2019, o homenageado da FLUP será o poeta pernambucano Solano ...

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    André Zanardo/Justificando

    Feminismo não é sobre colocar a mesa do jantar. Mas é também.

    A escritora Juliana Borges é a nossa colunista sobre feminismo e questões sociais Por Juliana Borges, da Revista Claúdia Juliana Borges  (Foto: André Zanardo/Justificando) Uma ideia confusa rola por aí: a de que o feminismo tenta impor um jeito de ser para as mulheres. Eu chego a bugar quando vejo esse tipo de confusão, mas eu entendo que ela exista. Muita gente, na boa intenção de desfazer este nó, vai afirmar o lado mais político do feminismo, já que foram difundidas muitas coisas que interferem na esfera pessoal quando falamos deste movimento. Isso mesmo: movimento. O Feminismo não é uma ideologia, não é uma doutrina. O Feminismo é um movimento. E, por ser movimento, ele tem muitas tendências de pensamento, principalmente no que se refere à tática para alcançarmos a equidade. Eu vejo o feminismo como um movimento político e filosófico. Por que? Um movimento político, ...

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