Grande Otelo

Sebastião Bernardes de Souza Prata (Uberlândia MG 1915 1 – Paris, França 1993).

Ator, compositor e cantor. Ícone do teatro de revista e das chanchadas de cinema, carrega de comicidade e histrionismo a composição de tipos, baseados na ginga do sambista e na esperteza do malandro. Seu trabalho no palco contribui decisivamente para a criação de uma linguagem brasileira de teatro musical.

Inicia a carreira ainda criança, na Companhia de Comédia e Variedades Sarah Bernhardt, que está de passagem por Uberlândia, Minas Gerais. Isabel e Abigail Parecis, responsáveis pela companhia, convidam-no a integrar o elenco de uma das peças do repertório que é apresentada na cidade e, em razão de seu desempenho, pedem à mãe para adotá-lo e o levam para São Paulo.

Em 1926, o menino ingressa na Companhia Negra de Revistas, que estréia em São Paulo e excursiona por seis Estados brasileiros, entre eles o Rio de Janeiro. O jornal Correio da Manhã menciona “um pequeno artista negro de seis anos que tem assombrado todas as platéias com a precocidade de seu talento”,2 e o crítico Mário Nunes destaca sua atuação dizendo que ele “canta em vários idiomas com uma verve e espontaneidade extraordinárias”.3

No mesmo ano, a Companhia Negra de Revistas se dissolve, e o ator só volta aos palcos do Rio de Janeiro em 1935, com a companhia Tro-lo-ló, de Jardel Jércolis, que fica em cartaz no Teatro João Caetano, com repertório de peças. No programa, ele é apresentado pela primeira vez como Grande Otelo. Com essa companhia, o ator viaja em turnê pela América Latina, Portugal e Espanha. Em 1936, destaca-se no espetáculo Maravilhosa, de Jércolis e Geisa Bôscoli, cantando, ao lado de Déo Maia, No Tabuleiro da Baiana, de Ari Barroso. Com o sucesso da dupla, a música dá título à peça seguinte, também assinada por Jércolis em parceria com Nestor Tangerini. Na biografia de Grande Otelo, o pesquisador Sérgio Cabral escreve: “O sucesso de No Tabuleiro da Baiana acabou permitindo que Otelo e Déo Maia tentassem carreira própria, sem que fosse necessário recorrer a Jardel Jércolis. Depois da temporada no teatro, um empresário paulista convidou-os para uma curta temporada na boate Wunderbar, dando início a uma série de apresentações em São Paulo e no interior paulista.[…] Na volta ao Rio de Janeiro, os dois se apresentaram um fim de semana no elegante Cassino Atlântico. Apenas um fim de semana, mas o suficiente para a dupla ser vista por Joaquim Rolla, o proprietário do Cassino da Urca”.4

Grande Otelo passa a se apresentar nos principais teatros, boates e cassinos brasileiros. No Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, protagoniza todos os shows, desde a criação da casa, em 1939, até seu fechamento, em 1946. No primeiro ano, atua em shows com Carmen Miranda e com Josephine Backer e em espetáculos de revista – entre eles, Paris Je T’Aime, de 1944, em que imita a vedete francesa Mistinguett. Segundo Sérgio Cabral, foi o contrato mais longo assinado pela empresa: “Joaquim Rolla, ao que tudo indica, estava muito satisfeito com Grande Otelo pois, no dia 26 de abril de 1941, renovou seu contrato até abril de 1945. […] Otelo, por sua vez, parecia também satisfeito com o trabalho e inventava quase todos os meses novos tipos para representar ou simplesmente imitar”.5

No início da década de 1940, Grande Otelo começa a compor sambas. Sua primeira composição, Vou pra Orgia, é gravada na Odeon por Nuno Roland, em 1940. Em parceria com Herivelto Martins, cria clássicos como Praça Onze, 1942; Pixaim, 1943; Bom Dia Avenida e Mangueira, Não!, ambos de 1944; Fala Claudionor, 1946. Até o final dos anos 1970, compõe dezenas de sambas, fazendo parcerias também com Haroldo Lobo, Alvarenga, Wilson Moreira e Blecaute. Muitas dessas músicas são usadas no cinema, gravadas na sua voz ou por intérpretes como Linda e Dircinha Batista, Trio de Ouro, Chico Alves e Jorge Goulart. Grande Otelo atua também como intérprete e grava composições de Ary Barroso – como Boneca de Pixe e No Tabuleiro da Baiana – Carvalhinho e Carlos Gardel, entre outros.

Em março de 1942, é contratado pela Rádio Nacional, que se projeta como a maior emissora da América Latina. Na Rádio Transmissora (PRE-3) protagoniza dois programas: Grande Otelo e Cidadão João Ninguém. No ano seguinte, é contratado pela Rádio Tupi, onde começa como apresentador do programa de carnaval e acaba estrelando 44 novos programas. Em 1946, é contratado pela Rádio Globo. Em 1948, atua no rádio-teatro da Rádio Guanabara, e, em 1955, vai para a Radio Mayrink Veiga, onde trabalha com Chico Anísio, Zé Trindade, Brandão Filho, entre outros, no programa Escolinha do Professor Raimundo. Em 1943, protagoniza o longa-metragem, Moleque Tião, pela companhia cinematográfica Atlântida, com direção de José Carlos Burle e roteiro de Alinor Azevedo, José Carlos Burle e Nelson Schultz, parcialmente baseado na vida de Grande Otelo.

Em abril de 1946, o presidente da República, Eurico Gaspar Dutra, decreta o fechamento dos cassinos, encerrando-se assim o contrato do ator com o Cassino da Urca. No ano seguinte, Grande Otelo atua no Teatro Carlos Gomes, em revistas produzidas por Chianca de Garcia. Em 1948, no Teatrinho Jardel, trabalha em revistas de Geisa Bôscoli, de Luís Iglesias e de Freire Júnior. Em 1949, vai para a companhia de Walter Pinto, no Teatro Recreio, que alcança um de seus maiores sucessos com a dupla Otelo e Oscarito representando empregadas domésticas em Muié Macho, Sim Senhor, de Luis Iglesias, Freire Júnior e Walter Pinto. Em 1950, está em Rapsódia de Ébano, pelo Teatro Folclórico Brasileiro, e em produções de Juan Daniel – Tô de Olho, de Maria Daniel e Jorge Murad, e Boa Noite, Rio, de Alberto Flores.

De 1952 a 1962, Grande Otelo atua em produções de Carlos Machado, apresentadas na Boate Monte Carlo, na Boate Casablanca e na Boate Night and Day – entre elas: Feitiço da Vila e Essa Vida É Carnaval, de Carlos Machado e Paulo Soledade, 1953; Este Rio Moleque, de Fernando Lobo e Pedro Bloch, 1954; A Grande Revista, de Carlos Machado, 1956. Ainda em 1956, atua em Gente Bem do Morro, de Chianca de Garcia e Silvia Autuori; em Botando pra Jambrar, de Luis Iglesias, Meira Guimarães e Walter Pinto; e em Rio de Janeiro a Janeiro, de Chico Anísio.
Em 1960, atua ao lado de Bibi Ferreira, em Festival, de Acioli Neto, e, em 1962, ao lado de Elza Soares, em Joãozinho Boa Pinta, de Luis Peixoto e Chianca de Garcia. Destacam-se, na década de 1960: Chica da Silva, de Acioli Neto e Meira Guimarães, 1963; Tem Shakespeare no Samba, de Nei Machado e Sérgio Porto, 1964; e Frenesi, de Carlos Manga, 1966. Em 1962, participa de um grupo de trabalho no Sindicato de Atores Teatrais, Cenógrafos e Cenotécnicos do Estado da Guanabara, encarregado de regulamentar a profissão de ator. Em 1964, estreia, na TV Excelsior, o Programa Otelo, Moleque Quatrocentão, com episódios independentes escritos por Mário Meira Guimarães. Em 1968, recebe o título de Cidadão Carioca, na Assembléia Legislativa do Estado da Guanabara. Em 1969, o Festival de Cinema de Brasília lhe confere o prêmio de melhor ator do cinema brasileiro por Macunaíma, de Joaquim Pedro de Andrade, trabalho pelo qual recebe também os prêmios Roquete Pinto, Air France e Coruja de Ouro, do Instituto Nacional do Cinema.

Na década de 1970, além dos shows que cria e apresenta regularmente, Grande Otelo atua nos espetáculos O Homem de La Mancha, de Dale Wassermann, com direção de Flávio Rangel, 1973; Vivaldino, o Criado de Dois Patrões, de Carlos Goldoni, direção de José Renato, 1976; Os Saltimbancos, de Luiz Enriquez e Sérgio Bardotti, adaptação e trilha sonora de Chico Buarque, com direção de Antônio Pedro Borges, 1977; A Revolução dos Patos, de Walter Quaglia, ao lado de Ruth de Souza, 1978; e Lola Morena, de Bráulio Pedroso. Entre os shows que passa a assinar, estão Grande Otelo Saúda o Público e Pede Passagem, no Teatro Opinião, 1972, e Tempo Bom, que apresenta com Neuza Borges, 1980.

Na década de 1980, atua em Cabaré S.A., criação coletiva com direção de Antonio Pedro Borges, 1981; Espetáculo Ionesco, textos reunidos e dirigidos por Luís de Lima, 1982; Vargas, de Dias Gomes e Ferreira Gullar, com direção de Flávio Rangel, 1983. Em 1989, atua no espetáculo infantil O Dia em Que o Mico Leão Dourado Chorou, baseado no livro de Arnaldo Niskier. Em 1980, recebe o Prêmio Molière de Teatro, pelo conjunto de trabalhos. Em 1986, é homenageado, juntamente com Mara Rúbia e Virgínia Lane, pelo Instituto Nacional de Artes Cênicas – Inacen, que lhes confere o Troféu Mambembe Homenagem Especial, como representantes do teatro de revista.

Durante os anos 1970 e 1980, faz diversos trabalhos na televisão, entre eles, as novelas Bravo, de Janete Clair, em 1975; Maria, Maria, de Manoel Carlos e Lindolfo Rocha, em 1978; Feijão Maravilha, de Bráulio Pedroso, em 1979; Sinhá Moça, de Benedito Rui Barbosa, em 1986. Atua nas minisséries Abolição, de Wilson Aguiar Filho e Joel Rufino, e República, ambas com direção de Walter Avancini. Em 1990, participa do espetáculo Hoje É Dia de Rock, de José Vicente, com o grupo Nós do Morro. Em 1993, lança o livro de poesias Bom Dia, Manhã, publicado pela editora Topbooks.

Grande Otelo, que estréia no cinema, em 1935, com Noites Cariocas, direção de Henrique Cadicamo, participa de 118 filmes e cria uma série de personagens que ficaram na história do cinema brasileiro. Nos estúdios da Atlântida, onde atua em 29 produções, cria cenas antológicas, como a de Romeu e Julieta no balcão, em dupla com Oscarito, na comédia Carnaval de Fogo, de Watson Macedo. Entre seus principais trabalhos em cinema estão: Rio Zona Norte, de Nelson Pereira dos Santos, 1957; Assalto ao Trem Pagador, 1962; Macunaíma, de Joaquim Pedro de Andrade, 1969, em papel que lhe confere sucesso e reconhecimento de sua genialidade, interpretando o protagonista durante a infância.

Sobre o ator, Sérgio Cabral relata: “Confessou ser ‘mulherengo, cachaceiro, rebelde e terno’ e apontou os mestres que encontrou no teatro e no cinema: Oscarito, Mesquitinha, Eduardo Vieira, Walter Pinto, Pablo Palitos e Antonio Ramos”.6 E o poeta Vinicius de Moraes escreve, no jornal O Amanhã: “Tenho que Grande Otelo é o maior ator brasileiro do momento, incluindo gente de teatro, cinema, rádio e o que mais haja. O danado tem realmente uma bossa fantástica para representar – e o certo é que se trata de uma vocação no mais justo sentido da palavra, quanto haja a vista o modo como Otelo tem progredido de dentro de seus próprios recursos, organicamente, e bem para cima, como as árvores mais dignas. É certo que, a experiência de trato com o público obliquo e entediado dos ‘gral-rooms’, o deve ter ajudado muito a se defender sozinho das dificuldades e dos imprevistos cênicos, mas por outro lado, que mal não lhe poderia ter feito! Em ver, não. Quando o Orson Welles filmava as cenas de morro do seu filme brasileiro, tive a oportunidade de conversar com ele sobre Grande Otelo. Orson Welles o achava não o maior ator brasileiro, mas o maior ator da América do Sul. Não dizia gratuitamente, tão pouco. Um dia me explicou longamente o temperamento artístico deste pretinho tão genuíno, que nem os sofisticados sambas pseudopatrióticos, nem o contato diário com os piores cantores e autores de cassinos, conseguiu estragar. Dizia-me haver nele um trágico de primeira qualidade e lamentava não poder exercitá-lo melhor nesse sentido.”7

Grande Otelo atua no período de transição entre a chamada revista carnavalesca – que divulgava as novas marchinhas e se baseava na tríade samba, malandragem e mulher – e a féerie, momento em que o teatro de revista, abolindo a intriga e o encadeamento dos quadros, valoriza as coreografias e os números musicais, a visualidade e o acabamento, e apóia-se fortemente no prestígio dos atores.

Notas

1 Segundo seus biógrafos, Grande Otelo nunca soube a data precisa de seu nascimento. Quando se registra, em 1930, escolhe a data de 18 de outubro de 1917, por ter sido o dia de seu batizado. Presume-se, entretanto, que tenha nascido em 1915.
2 GRANDE OTELO. Site Oficial do Artista. Seção: Espetáculos. Disponível em: [http://www.ctac.gov.br/otelo/frameset.asp?secao=espetaculos]. Acesso em: jan. 2009.
3 NUNES, Mário. apud. ANTUNES, Delson. Fora do sério – Um panorama do teatro de revista no Brasil. Rio de Janeiro: Funarte, 2004, p. 68.
4 CABRAL, Sérgio. Grande Otelo: uma biografia. São Paulo: Editora 34, 2007, p. 68.
5 Idem, p. 83.
6 Idem, p. 277.
7 MORAES, Vinicius de. Introdução à crítica de Moleque Tião. O Amanhã, Rio de Janeiro, 14 de set. 1943

Autoria

 

1968 – Rio de Janeiro RJ – Vanja Vai, Vanja Vem, com Grande Otelo Também
1972 – Rio de Janeiro RJ – Grande Otelo Saúda o Público e Pede Passagem
1980 – Rio de Janeiro RJ – Tempo Bom

Interpretação

 

1922 – Uberlândia MG – O Tesouro de Serra Morena
1924 – São Paulo SP – O Mártir do Calvário
1925 – Campinas SP – Nhá Moça
1926 – São Paulo SP – Pés pelas Mãos
1926 – São Paulo SP – Tudo Preto
1926 – São Paulo SP – Carvão Nacional
1926 – Santos SP – Preto no Branco
1927 – Rio de Janeiro RJ – Café Torrado
1934 – Porto Alegre RS – Ensaio Geral
1935 – Rio de Janeiro RJ – Gol
1935 – Rio de Janeiro RJ – Carioca
1935 – Rio de Janeiro RJ – Rio Follies
1935 – Rio de Janeiro RJ – De Ponta a Ponta
1936 – Rio de Janeiro RJ – Maravilhosa
1937 – Rio de Janeiro RJ – No Tabuleiro da Baiana
1938 – Rio de Janeiro RJ – Algemas Quebradas
1939 – Rio de Janeiro RJ – Gandaia
1939 – Rio de Janeiro RJ – Urca’s Balangandãs
1942 – Rio de Janeiro RJ – Toque de Sentido
1942 – Niterói RJ – Coquetel 1942
1942 – Rio de Janeiro RJ – Vem, Alvorada!
1943 – Rio de Janeiro RJ – Carnaval em Revista
1943 – Rio de Janeiro RJ – Como se Faz uma Baiana
1943 – Rio de Janeiro RJ – Show de Carnaval
1944 – Rio de Janeiro RJ – Paris Je T’Aime
1944 – Rio de Janeiro RJ – A Canção da Jangada
1946 – Rio de Janeiro RJ – Sonho Carioca
1947 – Rio de Janeiro RJ – Só pra Chatear
1947 – Rio de Janeiro RJ – Um Milhão de Mulheres
1948 – Rio de Janeiro RJ – Samba, Brasil
1948 – Rio de Janeiro RJ – Fiu-Fiu
1948 – Rio de Janeiro RJ – Saia Comprida
1948 – Rio de Janeiro RJ – Miss Brasil
1948 – Rio de Janeiro RJ – O Petróleo é Nosso
1949 – Rio de Janeiro RJ – Está com Tudo e Não Está Prosa
1950 – Rio de Janeiro RJ – Muié Macho, Sim Senhor
1950 – Rio de Janeiro RJ – Rapsódia de Ébano
1950 – Rio de Janeiro RJ – Tô de Olho
1950 – Rio de Janeiro RJ – Boa Noite, Rio
1951 – Rio de Janeiro RJ – Boa Até a Última Gota
1952 – Rio de Janeiro RJ – Branco Tu És Meu
1952 – Rio de Janeiro RJ – Zona Sul
1952 – Rio de Janeiro RJ – Burlesque
1952 – Rio de Janeiro RJ – Ponto e Banca
1952 – Rio de Janeiro RJ – Barnabé
1952 – Rio de Janeiro RJ – Paris C’est Comme Ça
1952 – Rio de Janeiro RJ – O Terceiro Homem
1952 – Rio de Janeiro RJ – Folias de Monte Carlo
1953 – Rio de Janeiro RJ – Como É Diferente o Amor em Portugal
1953 – Rio de Janeiro RJ – Cherchez la Femme
1953 – Rio de Janeiro RJ – Feitiço da Vila
1953 – Rio de Janeiro RJ – O que É que o Biquíni Tem?
1953 – Rio de Janeiro RJ – Essa Vida É Carnaval
1953 – Rio de Janeiro RJ – Rei Momo de Touca
1954 – Rio de Janeiro RJ – Eu Quero É Rebolar
1955 – Rio de Janeiro RJ – Este Rio Moleque
1955 – Rio de Janeiro RJ – Gente Bem do Morro
1956 – Rio de Janeiro RJ – Botando pra Jambrar
1956 – Rio de Janeiro RJ – A Grande Revista
1956 – Rio de Janeiro RJ – Banzo Aiê
1957 – Rio de Janeiro RJ – Rio… de Janeiro a Janeiro
1958 – Rio de Janeiro RJ – Que Pedaço de Mau Caminho
1958 – Rio de Janeiro RJ – Bela Época de 1900… e 58
1958 – Rio de Janeiro RJ – Mister Samba
1958 – Rio de Janeiro RJ – Tem Mulher, Tô Lá
1959 – Rio de Janeiro RJ – The Million Dollar Baby
1959 – Rio de Janeiro RJ – Te Futuco, Não Futuco
1960 – Rio de Janeiro RJ – Festival….
1961 – Rio de Janeiro RJ – Samba, Carnaval e Café
1961 – Rio de Janeiro RJ – Vive Les Femmes
1961 – Rio de Janeiro RJ – Obrigado, Rio
1962 – Rio de Janeiro RJ – Joãozinho Boa Pinta
1962 – Rio de Janeiro RJ – Elas Atacam Pelo Telefone
1963 – Rio de Janeiro RJ – Chica da Silva
1964 – Rio de Janeiro RJ – Tem Shakespeare no Samba
1965 – Rio de Janeiro RJ – Grande Otelo É Grande
1965 – Rio de Janeiro RJ – Auto do Guerreiro
1966 – Rio de Janeiro RJ – Frenesi
1968 – Rio de Janeiro RJ – Vanja Vai, Vanja Vem, com Grande Otelo Também
1971 – Rio de Janeiro RJ – Carnavália
1971 – Rio de Janeiro RJ – Samba de Chinelo Novo
1971 – Rio de Janeiro RJ – Que Saudades da Estrada Velha
1972 – Rio de Janeiro RJ – Grande Otelo Saúda o Público e Pede Passagem
1973 – Rio de Janeiro RJ – O Homem de la Mancha
1973 – Rio de Janeiro RJ – Cassino da Urca
1975 – Rio de Janeiro RJ – Branco que Te Quero Preto
1976 – Rio de Janeiro RJ – Vivaldino, Criado de Dois Patrões
1977 – Rio de Janeiro RJ – Os Saltimbancos
1978 – Rio de Janeiro RJ – A Revolução dos Patos
1979 – Rio de Janeiro RJ – Lola Morena
1980 – Rio de Janeiro RJ – Tempo Bom
1981 – Rio de Janeiro RJ – Cabaré S/A
1982 – Rio de Janeiro RJ – Espetáculo Ionesco – A Lição e A Cantora Careca
1983 – Rio de Janeiro RJ – Vargas
1984 – Rio de Janeiro RJ – Missa dos Quilombos
1989 – Rio de Janeiro RJ – O Dia em Que o Mico Leão Dourado Chorou
1990 – Rio de Janeiro RJ – Hoje É Dia de Rock
1993 – Rio de Janeiro RJ – Tempo Bom

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Fonte: www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic

Pesquisa e seleção de imagens: Carlos Eugênio Marcondes de Moura

Imagens obtidas em Google Imagens

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