segunda-feira, outubro 26, 2020

    Tag: #GeledésnoDebate

    Maitê Lourenço – Se permita

    Conversamos com Maitê Lourenço,  fundadora e CEO da BlackRocks Startups. Maitê conta como se permitiu a ingressar no empreendedorismo criando uma empresa que potencializa empreendedores negras e negros que atuam no universo tecnológico  Confira:   Conheça a BlackRocks Startups

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    “O dia 25 de julho é um marco de luta para as negras”

    por Kátia Mello Em sua quinta edição, é possível dizer que a Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver, iniciada em 2015 e realizada anualmente no dia 25 de julho, entrou para o calendário nacional. “A marcha insere a luta das mulheres negras num novo patamar, que vem se somar às outras pautas, como a do enfrentamento ao racismo patriarcal, às violências e preconceito”, explica nesta entrevista à coluna Geledés no debate Nilza Iraci, comunicadora social e coordenadora de comunicação do Geledés – Instituto da Mulher Negra. Nilza Iraci participou ativamente nos últimos 30 anos das principais lutas antirracistas e feministas no país e no mundo, atuando de forma direta no processo de redemocratização do Brasil. Entre as inúmeras marchas da qual fez parte, acompanhou de perto a formação da Marcha 2015 no que resultou, segundo ela, “em um arco de alianças e parcerias que a princípio pareciam improváveis”. A comunicadora ...

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    “Pensar como um negro significa defender uma forma específica de interpretar a Constituição” diz Adilson José Moreira

    Quando era menino, o advogado e professor doutor em Direito Constitucional Comparado pela Universidade de Harvard, Adilson José Moreira, gostava de ouvir os casos contados pelo pai mineiro, um homem que estudou apenas por quatro anos. Ao crescer, percebeu que era filho de uma pessoa com imenso poder analítico e que se não fossem as experiências discriminatórias, ele teria ido muito mais longe. A figura paterna foi relevante para Moreira abordar em seus trabalhos a discussão sobre a exclusão racial. Em mais uma obra que trata com afinco a desconstrução de práticas racistas no país, Pensando como um negro: ensaio de hermenêutica jurídica, (editora ContraCorrente). O livro articula histórias pessoais e análises teóricas para propor uma perspectiva específica de interpretação da igualdade de status entre grupos sociais. Neste livro, como conta à coluna Geledés no debate, o jurista defende que para uma verdadeira transformação do país, é necessário conhecer como ...

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    “Que a sociedade exerça o seu poder para se opor ao pacote anticrime de Moro” diz Maria Sylvia

      Nesta segunda-feira 20, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entregou a Rodrigo Maia, o presidente da Câmara, um relatório sobre o pacote anticrime do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, em que manifesta “expressa oposição” a temas relevantes como a execução antecipada da pena e mudanças da legítima defesa para os agentes de segurança pública. Entre as recomendações feitas pela OAB está a recomendação de que deputados e senadores aprofundem a discussão em conjunto com outros projetos do mesmo tema. O pacote anticrime de Sérgio Moro foi amplamente discutido, no início do mês, pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) - órgão principal e autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), com a participação do movimento negro. O debate aconteceu no 172º Período de Sessões da CIDH, em Kingston, na Jamaica. Entre as organizações que fizeram parte estavam do encontro estava o Geledés – Instituto da Mulher Negra, representado ...

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    Foto: Dernevaldo do Carmo

    “Há um racismo velado, naturalizado, e por muitas vezes explícito na escola”, diz Elenir Fagundes Freitas

    Assim como milhares de crianças negras, Elenir Fagundes Freitas, enfrentou situações de racismo no ambiente escolar. Logo na primeira série, na hora da fila, um menino se recusava a dar a mão para entrar na sala de aula. O motivo? Dizia que era por ela ser preta. Em uma família em que as mulheres alisavam o cabelo, ela ia de lenço na escola para evitar ser motivo de preconceito entre os coleguinhas. Como professora e educadora, Elenir passou a refletir sobre as possíveis maneiras de combater as práticas racistas no ambiente escolar. Com mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e há 35 anos na área, Elenir tornou-se uma grande especialista no assunto. Ativista do movimento negro e representante da pasta da educação na entidade Educação e Cidadania para Afrodescendente (Educafro), Elenir fará a palestra “Racismo e Educação: como ajudar nossas crianças negras a enfrentá-lo” no dia 25 de ...

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    geledes-no-debate-abril

    “Precisamos repensar a escravidão, porque o que aprendemos nos livros são mentiras” diz Sheila S Walker

    Por Kátia Mello A antropóloga afro-americana e diretora executiva da ONG Afrodiáspora, Sheila S Walker esteve rodando o Brasil para lançar seu último livro Conhecimento desde dentro – os afro-sul-americanos falam dos seus povos e suas histórias. Sheila, que também é cineasta, conjuntamente com o livro lançou o filme Rostos familiares, lugares inesperados – uma diáspora africana global, em que aborda os universos da diáspora africana.  Sheila foi diretora do Programa de Estudos da Diáspora Africana e professora de Antropologia no Spelman College, uma universidade de mulheres afro-americanas em Atlanta, no Estado da Georgia, e antes dirigia o centro de estudos africanos e afro-americanos da Universidade de Texas, em Austin. Ela tem feito pesquisas, dado palestras, e participado em atividades culturais na maioria dos países da África e da Diáspora Africana Global. Nesta conversa com a coluna Geledés no debate ela ressalta a importância de se conhecer a história da ...

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    Natalia de Sena

    Fábrica de revelações – Futebol Brasileiro

    A semifinal entre Palmeiras e São Paulo, dia 07/04, mostrou definitivamente que futebol é um esporte em que todas as previsões, não passam realmente de mera previsão. De um lado um time milionário, maduro e cheio de nomes de peso, de outro um time que aos poucos vem saindo da crise, ao menos dentro de campo e cheio de jovens. Dos 11 que entraram em campo pela equipe do São Paulo, ontem na Arena Allianz, 3 ao menos são atletas jovens, e que vieram da base do clube ; Antony, Liziero, Igor Gomes. O São Paulo, mostra que nos últimos anos vem realizando um excelente trabalho na formação de atletas para o clube e para o mercado, exemplo de David Neris, que hoje brilha no futebol da Holanda. Indica ainda de que nem sempre o investimento em atletas já consagrados é o melhor caminho para se chegar a títulos. Sabemos ...

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    “Gota d´Água, para a minha tristeza, é totalmente atual”, diz o dramaturgo Jé Oliveira

    Na tarde do domingo 31, uma plateia se apertava no auditório do Itaú Cultural, em São Paulo, para ouvir atentamente o diretor de teatro e ator Jé Oliveira e a cantora e atriz Juçara Marçal, protagonistas do espetáculo Gota d'Água {Preta}. Durante duas horas ineterruptas, na sessão chamada Encontro com o Espectador, promovida pela instituição, a versão negra da peça, escrita por Chico Buarque e Paulo Pontes há quatro décadas, ganhou novas dimensões. Como conta nessa entrevista à coluna Geledés no debate, Jé de Oliveira afirma que essa releitura da tragédia grega é “uma analogia necessária ao trazer com aprofundamento a questão dos negros para a Gota d´Água (Preta).” No papel da protagonista Joana, o dramaturgo traz a voz cristalina e retumbante de Juçara Marçal. Só que desta vez, Joana é traída por uma mulher mais jovem e mais clara. “A traição é racial”, explica o diretor. A nova dramaturgia ...

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    logo avivai

    Vai-Vai, como um quilombo cultural, mostra o que o povo negro é capaz de realizar

    Da diáspora africana ao racismo estrutural, a Vai-Vai entra na madruga deste sábado para domingo, às 1h45, no sambódromo em São Paulo, para contar a história da população negra, com o tema “O Quilombo do Futuro”. Aos 25 anos de carnaval, a Escola do Povo, como é carinhosamente chamada pela comunidade do Bixiga, exalta o povo negro com homenagens dos carnavalescos Hernani Siqueira e Roberto Monteiro. A vereadora carioca Marielle Franco será homenagiada pela escola de samba VAI-VAI (Foto: PSOL/Reprodução.) Na quarta alegoria, intitulada “Sim, nós Podemos!”, a narrativa é baseada no conceito do movimento "afrofuturismo", com a presença de importantes representantes da comunidade negra brasileira, entre eles , Nilza Raci, coordenadora do Geledés -Instituto da Mulher Negra, os filósofos Silvio de Almeida e Djamila Ribeiro, a deputada estadual Erica Malunguinho, o reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente, a executiva Rachel Maia, entre outros. ...

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    capa Geledés no Debate

    A comissão em prol da vida

    Ex-ministros de vários governos e ativistas de direitos humanos lançam em São Paulo a Comissão Arns para monitorar as violações contra os direitos humanos, inclusive as que atingem diretamente a população negra. Por Kátia Mello Ato de lançamento da Comissão Arns. O evento lotou a Sala dos Estudantes, um auditório da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo (SP). (Foto: João Paulo Brito/Conectas) O auditório da Sala dos Estudantes, símbolo da luta democrática na Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, em São Paulo, estava abarrotado, com pessoas espalhadas pelo chão e metade do público para fora, na calorenta manhã da quarta-feira 20 de fevereiro, em que foi lançada a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns, ou já conhecida como “Comissão Arns”. A comissão, que leva o nome do cardeal emérito de São Paulo e criador da ...

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    Foto--Dani-Villar

    “Ser líder negra é ser infinita, como toda grande força”, diz Neon Cunha

    Geledés no Debate inicia 2019 entrevistando Neon Cunha, ativista, publicitária, diretora de arte, negra e trans, ela se tornou conhecida nacionalmente ao entrar com uma ação pedindo morte assistida, caso não fosse aprovada a mudança de seu nome civil. Em 2016, Neon se tornou a primeira mulher trans a mudar de nome e gênero sem a exigência de laudo e sem realizar a cirurgia de redesignação genital, após negar o diagnóstico de transtorno da disforia de gênero. Uma luta que era individual se tornou uma vitória coletiva. Como ela conta aqui, seu principal objetivo era “mudar o processo que estava associado as questões do Protocolo Transsexualizador”. Neon é um nome grego e significa novo. A terceira filha mais velha de uma família de dez filhos relata o apoio e afeto recebidos de sua mãe, faxineira, a quem revelou aos dois anos e meio de idade que era uma menina. Sofrendo ...

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    “A luta antirracista e a luta antissexista é uma luta de toda a sociedade”, Maria Sylvia Aparecida de Oliveira

    Na última coluna do ano, Geledés no debate deu voz à sua presidenta Maria Sylvia Aparecida de Oliveira em entrevista que faz um importante resgate dos principais acontecimentos do ano e projeções futuras da organização. Advogada, formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Maria Sylvia iniciou sua militância como estagiária de direito no programa SOS - Racismo, no departamento jurídico do Geledés em 1994, quando trabalhou diretamente com uma das fundadoras da organização, a advogada Sonia Nascimento. Maria Sylvia se tornou sócia efetiva do instituto e ocupará o cargo na presidência até 2021. arquivo pessoal Geledés - Em abril, o Geledés comemorou 30 anos de jornada com um seminário em que foram analisadas as conquistas e os desafios da organização nesse período. Quais foram os principais pontos debatidos e suas conclusões? Sim. O aniversário de 30 anos foi um marco significativo para uma organização feminista e principalmente do ...

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    Uma escola de afrodescendentes

    por Kátia Mello Há 28 anos, um grupo de mulheres negras da periferia de Salvador, no bairro do Uruguai, região dos Alagados, se reuniu para fundar uma escola comunitária. Jamira Alves Muniz, Maria de Lourdes da Conceição Nascimento, Marilene da Conceição Nascimento, Maria Aucélia Rodrigues da Cruz, Diva da Paixão, Sônia Rodrigues, Jandayra Neusa Bonfim, Manuela Bonfim e Solange Souza do Espírito Santo estavam inconformadas com o fato de suas crianças não terem uma boa escola em sua comunidade. Seus nomes são importantes, porque mostraram-se guerreiras. Algumas dessas mulheres eram professoras e outras faziam parte do movimento negro. A partir da Associação de Moradores do Conjunto Santa Luzia, resolveram, então, fundar uma escola que não poderia ter recebido nome melhor: Luiza Mahin, em homenagem à escrava liberta trazida para o Brasil de Costa Mina (Nagô de Nação), na África, e que aqui participou de importantes levantes, como a Revolta dos ...

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    Foto Gabo Morales – TRÉMA

    “Sueli Carneiro contribuiu para a restituição de nossa humanidade”, diz a filósofa Djamila Ribeiro

    Djamila Ribeiro é uma das maiores feministas negras da contemporaneidade no país. Mestre em Filosofia Política e autora de dois best sellers, Quem tem medo do feminismo negro? (2018) e O que é lugar de fala? (2017), agora Djamila faz um tributo a Sueli Carneiro, uma das diretoras do Geledés – Instituto da Mulher Negra e ícone da luta contra o racismo e sexismo, ao lançar um selo com seu nome. O primeiro livro deste selo é Sueli Carneiro: Escritos de uma obra, com lançamento previsto no SESC Pompeia, em São Paulo, na próxima terça-feira 4, às 19h30. Com prefácio da ilustre escritora Conceição Evaristo, o livro reúne uma série de artigos escritos anteriormente por Sueli – um resgate essencial da pensadora e de suas posições sobre temas relevantes à população negra, em especial às mulheres negras. Nesta entrevista à coluna Geledés no debate, Djamila contou que conheceu Sueli na Casa da Cultura da Mulher Negra, uma organização não governamental santista, onde ...

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    O Encontro das Águas

      Quem já teve a oportunidade de assistir, seja presencialmente ou até pela televisão, o Encontro das Águas, na Amazônia, sabe do encantamento e da força de quando o Rio Negro se une ao Rio Solimões para formar o imenso Rio Amazonas. São rios distintos: o Negro, com suas águas mais escuras (devido ao pH mais alto e mais alta temperatura), e o Solimões, com suas águas mais barrentas e uma velocidade menor. Correm juntos e, em alguns trechos, formam potentes redemoinhos que torna o fenômeno ainda mais encantador. O Geledés - Instituto da Mulher Negra também tem seu Encontro das Águas. Duas de suas grandes líderes, que se tornaram ícones no país da luta contra o racismo e o sexismo, a filósofa e educadora Sueli Carneiro e a advogada Sônia Nascimento, na mesma noite, na quinta-feira 22, foram premiadas em palcos diferentes. A coluna Geledés no debate faz nessa ...

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    “A poesia nos une pela cor, pela dor e pelo amor”, diz o poeta Sérgio Vaz

    Mineiro de Ladainha, o aclamado poeta da periferia, Sérgio Vaz, chegou à periferia de São Paulo, aos quatro anos. Através do pai, desde menino, criou intimidade com os livros. Primeiro conheceu o romance para depois apaixonar-se pela poesia, e nunca mais a largou. A paixão pela rima levou-o a criar, com o poeta Marco Pezão, há 17 anos o Sarau da Cooperifa, no bar do Garajão, em Taboão da Serra. Vaz se tornou um grande mobilizador de jovens da preferia rumo à poesia, e os rappers Mano Brown e MV Bill, a atriz Zezé Motta e o escritor moçambicano Mia Couto já frequentaram seu sarau. Nesta entrevista à coluna Geledés no debate, o poeta destaca que precisamos "construir mais pontes e menos muros" para conhecer realmente a periferia e quem nela habita. Ainda ressalta que para entendê-la “não basta ser de centro, esquerda ou de direita, tem que entender de humanidade”. ...

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    Foto: Sérgio Zacchi

    “A chapa 11 é o direito à voz e a vez das advogadas negras”, diz Raquel Preto

    Raquel Preto compõe como tesoureira a chapa "Coragem e Inovação", liderada pelo atual secretário-geral da OAB de São Paulo, Caio Augusto, para concorrer à presidência da entidade no próximo dia 29. O grupo que recebeu o número 11 conta com a maior participação de mulheres: 36% com lideranças de várias áreas. Em entrevista à coluna Geledés no debate, a advogada fala sobre a importância de se ter nessa chapa um bloco voltado especificamente à advocacia negra e ainda contar com a representação dos LGBTI+. Graduada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), com Doutorado em Direito Tributário pela USP, Raquel Preto ainda discorre sobre o poder de transformação da presença feminina na cúpula das empresas, principalmente nos conselhos administrativos. Geledés- O advogado Caio Augusto registrou, no dia 16 de outubro, a chapa "Coragem e Inovação" para as eleições da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ...

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    foto: Klaus Silva

    “A magistratura paulista terá agora o olhar da juíza negra e do juiz negro” diz Dra. Angélica de Maria Mello de Almeida

    Entre 81 aprovados, a primeira colocada no 187 Concurso de Ingresso na Magistratura Paulista foi a juíza negra Lívia Antunes Caetano. A juíza Lívia faz parte do primeiro grupo, composto por 13 negros (quatro homens e nove mulheres) que concorreram pelo sistema de reserva de 20% de vagas para negros em concursos públicos para a magistratura. A resolução foi determinada em 2015 pelo Conselho Nacional de Justiça e agora colhe seus primeiros frutos. Para comentar o fato histórico de ingresso de jovens juízes negros na magistratura, oriundo da ação afirmativa, a coluna Geledés no Debate  entrevistou a desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar – COMESP, Dra. Angélica de Maria Mello de Almeida. A desembargadora é ainda coordenadora do projeto de instalação do Juizado Especial de Violência Doméstica do Tribunal de Justiça do ...

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    JACQUES d'ADESKY foto de Rosanea Santos

    “A intolerância pode se tornar nos próximos anos um inimigo comum” , diz Jacques d’Adesky

    O mais novo livro de Jacques d’Adesky, Percursos para o Reconhecimento – Igualdade e Respeito –se torna urgente com seu resgate histórico e consistente do período da escravatura ao início do século XXI, com uma série de provocações que nos apontam novas alternativas para as questões étnico - raciais brasileiras. Com linguagem clara e simples, o doutor em Antropologia Social pela USP e licenciado em Ciências Econômicas pela Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, retoma o pensamento de ícones como por Léopold Sédar Senghor, Aimé Césaire e Frantz Fanon, dialogando com a atualidade sobre racismo e as práticas coloniais. Nesta entrevista à coluna Geledés no debate, Jacques d’Adesky discute o poder de emancipação da população negra e a possível “via libertadora das mentalidades de subserviência geradas pela escravidão e colonização”. O intelectual aponta ainda que mesmo diante da vigente intolerância no Brasil, não há motivos para desanimar. [caption id="attachment_138708" align="aligncenter" ...

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