terça-feira, junho 2, 2020

    Comunicação

    Forum de Austin

    Palestrante critica “apartheid comunicacional” entre imprensa tradicional e étnica durante o Fórum de Austin

    “O imigrante é o profeta do futuro, é em quem vamos nos transformar”, disse Sandy Closedurante sua palestra no 9º Fórum de Austin sobre Jornalismo nas Américas. Close, que é editora executiva da New American Media, falou de sua experiência com a imprensa étnica em São Francisco, na Califórnia, e do potencial desses veículos para transformar a cobertura sobre comunidades de imigrantes nos Estados Unidos e em outros países. Como cobrir uma cidade, enquanto comunidades transnacionais chegam todos os dias aos Estados Unidos, sem levar a sério os veículos étnicos dessas comunidades, incluindo a imprensa afro-americana, perguntou Close. “Nossa circulação é coletivamente maior do que a do San Francisco Chronicle”, disse Close, citando ainda um representante de uma conferência sobre a imprensa étnica nos anos 1990: “A mídia tradicional nos trata como se fôssemos de segunda classe, se é que sabe de nossa existência". Um “apartheid comunicacional”, argumentou Close, não só marginaliza a...

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    Polícia Militar: Segurança Pública é um direito do cidadão de Sérgio Martins

    Sérgio Martins – O corpo deixado de lado e a solidão diante da webcam

    A longa trajetória de desenvolvimento da humanidade é marcada pelos surgimento de recursos artificiais, que facilitam a vida das pessoas na eterna luta contra a natureza pela sobrevivência e preservação da espécie. A descoberta do fogo, a invenção da roda, a máquina a vapor, luz elétrica entre outras grandes inventos são responsáveis pela mudança de costumes, pensamentos e comportamentos. Mas sem dúvidas, a revolução tecnológica pela qual passamos a largos passos, tem inovado rotinas e comportamentos dando lugar á um novo ser o indivíduo digital. Em algumas doutrinas esotericas o corpo é entendido como veiculo de expressão da alma sem o qual ela não poderia manifestar-se no plano da realidade materializada. Ainda, que compartilhe da idéia de inseparabilidade de corpo e alma, podemos afirmar que o individuo digital, conspira contra a presença dos corpos na relação diária, fazendo emergir uma relação supra-corpo mediada pela máquina, cujo o instrumento de comunicação...

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    mulher-comunicacao2

    Mulheres em luta pelo direito à comunicação

    Carta aberta por um novo marco regulatório para as comunicações no Brasil(1) As organizações do movimento feminista há tempos discutem a necessidade de mudanças no sistema midiático em nosso país de forma a garantir a liberdade de expressão e o direito à comunicação de todos e todas, e não apenas daqueles que detêm o poder político ou econômico e a propriedade dos meios de comunicação em massa. Historicamente, combatemos a mercantilização de nossos corpos e a invisibilidade seletiva de nossa diversidade e pluralidade e também de nossas lutas. Denunciamos a explícita coisificação da mulher na publicidade e seu impacto sobre as novas gerações, alertando para o poder que esse tipo de propaganda estereotipada e discriminatória exerce sobre a construção do imaginário de garotas e garotos. Defendemos uma imagem da mulher na mídia que, em vez de reproduzir e legitimar estereótipos e de exaltar os valores da sociedade de consumo, combata...

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    enegrecendo a midia

    Enegrecendo a pauta da mídia paraibana

    Por Mabel Dias A feminista Sueli Carneiro, do grupo Geledés –Instituto da Mulher Negra, de São Paulo, afirma em um seus textos que o feminismo precisa enegrecer. Parafraseando esta ativista do movimento de mulheres negras do Brasil, digo que, além do feminismo, o jornalismo teria que também ser enegrecido. Esta semana o movimento de mulheres negras celebrou o dia 25 de julho, estabelecido em 1992 durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latinas Americana e do Caribe, realizado na cidade de Santo Domingo, República Dominicana, como Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha. A Bamidelê – Organização de Mulheres Negras na PB realizou debates com as fundadoras da organização, Solange Rocha e Efu Nyaki, e com Jurema Werneck, da Criola e da Articulação Nacional de Mulheres Negras, do Rio de Janeiro, além da exposição Visões Negras – simbologias, trajetórias e histórias que conta toda a caminhada da Bamidelê nestes 10...

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    proj2010-1

    Associação Nacional dos Jornalistas Negros nos EUA publica manifesto por maior participação em canais de TV

      A Associação Nacional dos Jornalistas Negros (NABJ, sigla em inglês) nos Estados Unidos publicou ontem (21) manifesto contra a ausência de profissionais da etnia nos grandes canais de televisão. Segundo a entidade, as emissoras norte-americanas tem perdido oportunidades de contratar jornalistas negros. Recentemente, a rede CNN deixou de contratar um destes profissionais. Além disso, nenhuma grande rede de televisão dos EUA possui âncoras negros em seu horário nobre, informa a NABJ. Outra polêmica também é a contratação de Al Sharpton, ativista negro e que recentemente apresenta programa na MSNBC. A organização considera isto positivo mas, assim como outros profissionais pelo país, não percebe no fato um real progresso para a situação dos jornalistas negros norte-americanos.     Fone: Portal Impresnsa

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    ethernet

    Movimentos Sociais repudiam acordo Minicom-teles: banda lenta, cara e sem universalização

    No formato atual, PNBL não colabora para expandir a inclusão digital Para o conjunto dos movimentos sociais brasileiros, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) representa a afirmação de uma democratização do acesso à internet, apontando para a universalização dos serviços - com controle de tarifas, meta de qualidade e continuidade de serviços - dentro de uma concepção de desenvolvimento baseado na geração de renda e na inclusão social. Infelizmente, o "acordo" fechado pelo Ministério das Comunicações com as teles relega inteiramente esta estratégia, afrontando o interesse nacional em prol da sede de lucro fácil dos monopólios privados. Na prática, as teles ganharam do governo um cheque em branco para faturar alto com uma banda lenta, cara e sem universalização, enquanto continuam praticando preços extorsivos, fortalecendo sua concentração nas faixas e locais de maior poder aquisitivo, com serviços de péssima qualidade. Além de inaceitáveis, os termos do dito "acordo" do...

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    mulher gritando

    Mulheres em luta pelo direito à comunicação: Carta aberta por um novo marco regulatório para as comunicações no Brasil

    A carta que segue abaixo está aberta a adesões de outras organizações dos movimentos sociais até as 18h do dia 29/07/2011. Após esta data, será amplamente divulgada e enviada aos poderes executivos e legislativo, à Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação, entre outros. Caso sua organização esteja de acordo e tenha interesse em assinar, envie uma mensagem para o e-mail: [email protected] Mulheres em luta pelo direito à comunicação Carta aberta por um novo marco regulatório para as comunicações no Brasil As organizações do movimento feminista há tempos discutem a necessidade de mudanças no sistema midiático em nosso país de forma a garantir a liberdade de expressão e o direito à comunicação de todos e todas, e não apenas daqueles que detêm o poder político ou econômico e a propriedade dos meios de comunicação em massa. Historicamente, combatemos a mercantilização de nossos corpos e a invisibilidade...

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    cursos

    Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas

    Curso para jornalistas vai preparar profissionais para a cobertura de gênero, raça e etnia Inscrições são gratuitas e começam no dia 20/7. Curso vai acontecer em oito cidades: Belém, Fortaleza, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Brasília, 14 de julho de 2011 - De 20 de julho a 3 de agosto, profissionais e estudantes de Jornalismo podem se inscrever no Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, promovido pela FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas e a ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, com apoio da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR e da Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM. O curso é gratuito, tem certificação da FENAJ e da ONU Mulheres e vai acontecer em oito cidades: Belém (PA), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Manaus (AM), Porto...

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    pela e biotonico

    Branquitude Normativa: Pesquisa analisa quantidade e teor da presença afrodescendente nos meios de comunicação

    Com o intuito de estudar a presença afrodescendente nos veículos de comunicação, o professor Dennis de Oliveira, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, conduz a linha pesquisa Representações étnicas afrodescendentes na mídia. A linha trata tanto de aspectos quantitativos, como o número de ocorrências de presença de negros, como também qualitativos, com as maneiras em que se dá essa participação, para identificar como os aparelhos midiáticos mostram os negros nos principais meios de comunicação no Brasil. Projeto de pesquisa apresentado pelo professor ao entrar no corpo docente da Universidade, no ano de 2003, a linha é conduzida por alunos sob orientação de Oliveira, principalmente em trabalhos de conclusão de curso e teses de doutorado e dissertações de mestrado. Principais conclusões Sobre o aspecto quantitativo, segundo o professor, nota-se uma participação muito pequena do afrodescendente na mídia em geral. Para comprovar tal fato, foi feito, no ano de 2009,...

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    Liberdade e responsabilidade em um clique

    Patrícia Knebel   Em forma de textos, comentários ou frases de até 140 caracteres, milhões de pessoas ganharam voz através da internet. Nas redes sociais, os usuários possuem liberdade para comentarem fatos, criticarem atitudes, fazerem declarações de amor e brigarem. Muitos, inclusive, passam dos limites: ofendem, caluniam e postam conteúdos discriminatórios. É aí que entra a responsabilidade pelo que é postado. O tema é novo, mas já preocupa. Um levantamento feito pela Opice Blum Advogados mostra que o Brasil é o país que mais tem decisões judiciais no âmbito do direito eletrônico no mundo. Ajuda a explicar isso o fato de os brasileiros serem muito afeitos às novas tecnologias e estarem entre os que mais tempo passam na internet e nas redes sociais no mundo. Mas, claro, isso não se refletiria em crime se esse uso fosse feito com maturidade e educação, o que muitas vezes não acontece. "As pessoas...

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    lulablogs

    O discurso de Lula aos blogueiros

    Trechos do discurso do ex-presidente Lula, feito na noite de hoje (17), no II Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas: *Não vou esquecer o papel que vocês tiveram na devesa da liberdade de expressão. Durante os meus oitos anos de governo e sobretudo nas eleições do ano passado. Vocês evitaram que a sociedade brasileira fosse manipulada como durante muito tempo ela foi manipulada. *Vocês evitaram que os falsos formadores de opinião publica , que as vezes não convencem nem dentro de casa, ditassem regras do que deveria acontecer no país. *Nunca me preocupei com critica, mas que elas sejam verdadeiras. O que me preocupam são com as inverdades. Como aquela pedra, meteorito, que bateu na cabeça de um candidato na eleição... ainda tentaram inventar um outro objeto, não identificado. * Tem hora que tenho vontade de ir naquela clinica e pedir a tomografia feita para ver o estrago que foi feito...

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    velhamidia

    Marcos Coimbra: mídia se cala sobre o Datafolha favorável a Dilma

    No Brasil, como em qualquer democracia contemporânea, as pesquisas de opinião são parte do dia a dia da política. Faz tempo que é assim. É claro que isso começou depois do fim da ditadura. Entre 1964 e a redemocratização, elas foram parcimoniosamente realizadas e divulgadas. Sem eleições para o executivo, a não ser em cidades do interior, quase ninguém fazia pesquisas de intenção de voto. E, dado que a opinião pública é pouco (ou nada) relevante nos regimes autoritários, tampouco se faziam pesquisas sobre os sentimentos e avaliações da população a respeito de temas administrativos e governamentais. Foi ao longo desses mesmos 20 anos que aumentou a importância das pesquisas mundo afora. Enquanto elas foram se incorporando ao cotidiano dos países desenvolvidos, sendo regularmente realizadas para veículos de comunicação, governos, instituições acadêmicas, organizações da sociedade civil, entidades de representação de interesses, partidos políticos e candidatos, por aqui o ambiente lhes...

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    imprensas-marginalizadas

    Imprensa Negra: A Trajetória Visivel

    Os Cadernos do CEAP fazem parte do projeto Camélia da Liberdade e servem de apoio  os professores, aos alunos da rede pública e privada do ensino básico, além de apoiar  universitários, movimentos sociais, grupos do movimento negro, e a todos aqueles que têm compromisso com a construção de uma sociedade que prime pelo respeito à  diversidade, que reconheçam os valores e as contribuições dos afrodescendentes na vida social do país. Em 2009, a coleção é composta de s eis volumes , dentre o s quais es te, intitulado Imprensa negra: a trajetória visível do jornalista Jorge Roberto de Freitas , que na  década de 1970, junto com um grupo de jornalistas e militantes do movimento negro de Porto Alegre criou a revista Tição. Neste projeto, reúnem-se uma pesquisa de publicações históricas e outra pesquisa, direcionada a profissionais de imprensa e ativistas do movimento negro. A existência da imprensa negra na...

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    lan

    Nova lei das lan houses é preconceituosa

    O projeto de lei que transforma as lan houses do país em Centros de Inclusão Digital (CIDs) recebeu duas emendas preocupantes antes de ser aprovado na Câmara dos Deputados. Uma delas obriga todo usuário de lan house a apresentar RG. Isso é um absurdo total. Tenho dito em palestras que sem o anonimato não haveria nem Weakleaks e nem a revolução no Egtio. Neste caso ainda é mais grave, porque essa emenda traz com ela um preconceito de classe. Como quem usa Lan House em geral é pobre que não tem computador em casa, ele pra existir na rede tem de ser identificado. Se isso vier a vigorar é uma vergonha para o país. Segue o texto publicado nesta quarta-feira, 1 de junho, na página 2 do jornal O Estado de S. Paulo, assinado por Mario Brandão. Regulamentação das lan houses Mario Brandão* As lan houses cumprem importante papel na...

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    censura_em_blog

    Sindicato repudia “mordaça” em jornalistas nas redes sociais

    O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo emitiu uma nota, na última quarta-feira (18), em que repudia a adoção de manuais e guias com diretrizes para o uso das redes sociais por jornalistas. Segundo a entidade, estes guias servem para cercear a liberdade de expressão dos jornalistas no uso das redes sociais.“O Sindicato acredita que decisões como estas não coadunam com os discursos liberais dos empresários de comunicação, que se consideram os detentores da liberdade de expressão, mas que na prática amordaçam seus profissionais”, declara a nota publicada no site. Foram citados casos recentes, em que jornalistas foram demitidos ou punidos por declarações feitas em redes sociais. Um desses casos é o do jornalista Alec Duarte, da Folha de S.Paulo, e de Carolina Rocha, do Agora SP. Os dois foram demitidos por postar comentários no Twitter. Os tuites criticavam os procedimentos realizados pelos veículos durante a cobertura do falecimento de...

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    imprensa1

    Imprensa brasileira ignora Estatuto da Igualdade Racial

    Por: Pedro Caribé   O Estatuto da Igualdade Racial aprovado em julho 2010 passa por processo de invisibilidade e oposição dos meios impressos brasileiros. Essa foi uma das conclusões do primeiro relatório da pesquisa Faces do Brasil, apresentada em Salvador no último dia 13 de maio, dia da abolição. O material coletado é de 12 jornais e cinco revistas entre os meses de outubro e dezembro de 2010. Até o momento a sistematização se balizou por 506 matérias sobre ciganos, povos indígenas e negros. O projeto é parceria entre a organização Omi-Dùdú e o grupo Etnomídia da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom/UFBA). O professor e jornalista Fernando Conceição também da Facom é o coordenador do projeto. O relatório contextualiza conquistas institucionais e políticas dos grupos étnicos estudados pós-redemocratização (1985), porém, segundo a coordenação, no campo midiático tal avanço não é repercutido, configurando "uma visão negativamente estereotipada...

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    joao9

    Brazilian Major Media and Affirmative Action: the Cases of Veja and O Globo

    Por: João Feres Júnior WHEN: Thursday, May 26, 2011, 4PM LOCATION: The Graduate Center, Room C204-C205   João Feres Júnior will present preliminary results of a large research project on treatment of the Brazilian affirmative action debate by the nation's major media organizations. This presentation will focus on the cases of O Globo and Veja and cover all texts on race-based affirmative action published by these organizations from 2001 to 2009. Through a valence analysis that takes into account the different sorts of texts published by each media (editorials, articles, op-eds, etc.), Feres will identify the position of each publication on the issue and the presentation of the chief arguments used for and against affirmative action that appear in the texts, showing how they have evolved in the period examined. The case materials enable him to show that the publications have different strategies in presenting affirmative action as a debatable...

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    Ministra Luiza Bairros afirma que Prêmio Abdias Nascimento vai mostrar o tipo de jornalismo que a sociedade deseja

    "De tudo o que nós fizemos nessa área, de promoção da igualdade racial, me parece que na comunicação – o jornalismo, especificamente, é um dos obstáculos mais difíceis de serem superados", afirmou a ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros, sobre o Prêmio Jornalista Abdias Nascimento, lançado no último dia 10, no Rio de Janeiro. Para ela, a iniciativa vai mostrar qual é o jornalismo que sociedade brasileira deseja. "Essa iniciativa é de maior importância porque abre espaço para os bons exemplos e torna evidente qual é o tipo de jornalismo que nós queremos", declarou, oferecendo o apoio a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) ao projeto. Com sete categorias (mídia impressa, televisão, rádio, fotografia, internet, mídia alternativa ou comunitária e especial de gênero), o Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento foi criado para estimular a realização de reportagens sobre temas relacionados à população negra no Brasil. Os vencedores...

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    plenaria_frentex

    Particepe da plenária estadual da frentex

    SÁBADO, 14 DE MAIO - 10h - CÂMARA MUNICIPAL DE SP No próximo sábado, dia 14 de maio, a partir da s 10h, no auditório Sérgio Vieira de Mello da Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacareí, número 100, perto da Praça das Bandeiras e da estação Anhangabaú do metrô), acontece a Plenária Estadual da Frente Paulista pelo Direito à Comunicação e Liberdade de Expressão - Frentex. A Plenária Estadual é uma iniciativa importante para a retomada das mobilizações em nosso estado, num momento em que se discute em todo o país o Plano Nacional de Banda Larga e um novo Marco Regulatório para as comunicações brasileiras. Além dessas pautas, debateremos também a criação do Conselho Estadual de Comunicação em SP e os rumos da TV Cultura, que passa por um dos maiores desmontes de sua história, com prejuízos significativos para a comunicação pública no nosso estado. Também celebraremos um...

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