quinta-feira, junho 4, 2020

    Comunicação

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    Lançamento do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento

    Será no dia 10 de maio, às 14h, no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro – Rua Evaristo da Veiga 16, 17º andar, Centro Na cerimônia, a jornalista Miriam Leitão e o professor Muniz Sodré farão palestra sobre “A questão negra na mídia contemporânea” Em 2011, Ano Internacional dos Afrodescendentes declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Sindicato lança a 1ª edição do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento. Fruto da iniciativa da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-Rio), o prêmio estimulará anualmente a cobertura jornalística qualificada sobre temas relacionados à população negra. O lançamento será no dia 10 de maio, às 14h, no auditório do Sindicato – Rua Evaristo da Veiga 16, 17º andar, Centro, e contará com as presenças da jornalista Miriam Leitão e do professor Muniz Sodré que farão uma palestra sobre “A questão negra na mídia contemporânea”. Na ocasião, Abdias Nascimento, um...

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    Lançamento da Campanha “Banda Larga é um direito seu”

    A banda larga no Brasil é cara, lenta e para poucos, e está na hora de pressionar o poder público e as empresas para essa situação mudar. O lançamento do Plano Nacional de Banda Larga em 2010 foi um passo importante na tarefa necessária de democratizar o acesso à internet, mas é insuficiente. O modelo de prestação do serviço no Brasil faz com que as empresas não tenham obrigações de universalização. Elas ofertam o serviço nas áreas lucrativas e cobram preços impeditivos para a população de baixa renda e de localidades fora dos grandes centros urbanos. Enquanto isso, prefeituras que tentam ampliar o acesso em seus municípios esbarram nos altos custos de conexão às grandes redes. Provedores sem fins lucrativos que tentam prover o serviço são impedidos pela legislação. Cidadãos que compartilham sua conexão são multados pela Anatel. É preciso pensar a banda larga como um serviço essencial. A internet...

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    TV pública é TV laica

    Por: Eugênio Bucci Na área desalentadora das emissoras públicas e estatais, acaba de surgir uma notícia que não é puro ranger de dentes: a TV Brasil promete que vai suspender a transmissão de missas católicas e cultos evangélicos. Aleluia, cidadãos! Tirar uma celebração religiosa da TV brasileira será um pequeno milagre. É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que uma missa sair da grade de uma estação de TV no Brasil. Em verdade vos digo: as religiões, algumas fanáticas, outras meramente formais, não são apenas o ópio dos radiodifusores; elas são o bezerro de ouro - e ponha ouro nisso - de boa parte dos canais de rádio e TV, sejam eles públicos ou privados, com fins de lucro. Até aí, nada de novo sob o sol. É assim desde o princípio dos tempos televisivos. Agora, porém, o anúncio da TV Brasil pode indicar mudanças...

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    Baixa representatividade negra na mídia gera menos oportunidades de trabalho e alimenta o preconceito racial

      Meios de comunicação do país ainda não incorporaram negros – A baixa representatividade negra nas programações e propagandas veiculadas nos grandes meios de comunicação de massa no Brasil podem significar menores oportunidades de trabalho e alimentar um preconceito racial velado no país, aponta estudo realizado na Faculdade de Direito (FD) da USP. Para o pesquisador Osmar Teixeira Gaspar, responsável pelo trabalho, "ter visibilidade acarreta algumas possibilidades ao longo da vida e a falta dela também pode criar um ideário popular de que determinadas funções devem ser ocupadas por determinados esteriótipos". Segundo o pesquisador todo material publicitário atualmente ainda é feito com um recorte racial, assim como algumas telenovelas. "Você raramente vê algum médico ou cientista negro nas telenovelas, isso faz um garoto negro pensar que, devido à sua cor, jamais poderá participar daquele universo branco e exercer aquelas funções. Esta censura midiática desperdiça e marginaliza talentos", afirma Gaspar. "Isso...

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    Governo cria Secretaria de Inclusão Digital e lança editais para rádios comunitárias

      O Ministério das Comunicações lançará nove editais de licitação visando à outorga de rádios comunitárias. Além disso, criará a Secretaria de Inclusão Digital, que vai gerir todos os programas do governo federal na área. Em audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, o ministro da pasta, Paulo Bernardo, informou que o calendário desses editais deverá sair até quinta-feira (17). Segundo ele, o governo pretende dar maior racionalidade aos processos de outorga e à regularização dos aspectos relativos à fiscalização das emissoras. Entre as ações programadas estão a análise de todos os processos em estoque no prazo de um ano e meio e a modernização das regras sobre autorização de alteração de características técnicas. "Até amanhã, se for possível, vamos divulgar o calendário de nove editais de licitação para radiodifusão comunitária", disse o ministro, ao anunciar o lançamento do Plano Nacional de Outorga para Radiodifusão Comunitária. A...

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    Publicações analisam regulação da mídia e liberdade de expressão no Brasil

    Brasília, 17 de março – A Representação da UNESCO no Brasil, em parceria com a Fundação Ford, lança nesta quinta-feira (17/03), três textos para discussão sobre o sistema midiático brasileiro. Os papers têm o objetivo de contribuir com o debate em curso na sociedade brasileira sobre o papel do setor de comunicações para o fortalecimento da democracia no País. Direito regulatório comparado, liberdade de expressão e autorregulação são os componentes centrais dos três mais recentes volumes da Série Debates em Comunicação e Informação. O primeiro estudo, O Ambiente Regulatório para a Radiodifusão: uma Pesquisa de Melhores Práticas para os Atores-Chave Brasileiros, de autoria dos especialistas internacionais da UNESCO, Toby Mendel e Eve Salomon, é uma análise da atual situação regulatória do sistema midiático brasileiro em comparação com práticas correntes em 10 outras democracias (África do Sul, Alemanha, Canadá, Chile, França, Estados Unidos, Jamaica, Malásia, Reino Unido e Tailândia) e com...

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    Dilma e a imprensa livre

    "Uma imprensa livre, pluralista e investigativa é imprescindível para um país como o nosso (...) Devemos preferir o som das vozes críticas da imprensa livre ao silêncio das ditaduras", disse a presidente Dilma Rousseff no evento comemorativo de 90 anos da Folha de S.Paulo. Não é a primeira vez que a chefe de governo faz profissão de fé na imprensa livre, fundamento básico da democracia. Essas mesmas palavras ela já havia dito quando, recém-eleita, concedeu a sua primeira entrevista coletiva. E voltou a repetir o compromisso, sempre que oportuno. Mas o pronunciamento feito na Sala São Paulo diante de uma plateia de 1.200 convidados tem um significado especial e relevante. Primeiro, pelo inequívoco sentido de alerta, quase uma palavra de ordem sobre a postura que os governantes devem manter em relação à imprensa, claramente explicitada na presença de todos aqueles com quem Dilma divide a responsabilidade de governar. E também,...

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    Campanha divulga 18º Ranking da Baixaria na TV

    "Pânico na TV" está novamente na lista de programas mais denunciados   O Brasil é um Estado Democrático de Direito, construindo uma sociedade com inclusão e plena cidadania para todas as mulheres e homens do nosso país. Graças a esses avanços, chegaram à Presidência da República, pela vontade soberana do povo, há nove anos atrás o Presidente Luis Inácio Lula da Silva, e agora pela primeira vez, uma mulher, a Presidente Dilma Rousseff. A Campanha “Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania”, alinha-se incondicionalmente, aos princípios reiterados pela Presidente Dilma Rousseff, de absoluta liberdade dos meios de comunicação com o exercício livre da crítica e debate dos temas de interesse da sociedade. A Deputada Janete Rocha Pietá, presidente em exercício da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, não advogando qualquer tipo de censura, repudia todas as manifestações de intolerância, preconceito e ridicularização das pessoas. Profissionais de comunicação precisam ter...

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    Arianna Huffington: Web deu ao público o controle da informação

    Por Leda Balbino   A empresária Arianna Huffington, de 60 anos, inicia em 18 de dezembro uma viagem de quatro dias ao Brasil para “aprender sobre sua economia vibrante” e sobre as medidas adotadas pelo País para “reduzir a desigualdade social”. O tema lhe é caro por causa de seu mais recente livro, “Third World America”, em que alerta que a redução da mobilidade social e o declínio da classe média nos EUA vêm dizimando o chamado “sonho americano” e arriscam transformar o país em uma nação do Terceiro Mundo. A ateniense radicada nos EUA, autora de outros 12 livros – incluindo biografias de Maria Callas e Picasso e obras de autoajuda -, não limitou a discussão da perda de poder dos EUA ao “Third World America”. Ela a expandiu para o fenômeno do jornalismo online Huffington Post, site de notícias e opinião lançado em 2005 e do qual é...

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    Noam_Chomsky

    10 estratégias de manipulação da mídia – Noam Chomsky

    As grandes estratégias da manipulação midiáta por Noam Chomsky 1 – A Estratégia da Distração. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças que são decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais na área da ciência, economia, psicologia, neurobiologia ou cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais” (citação do texto ‘Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas’). 2 – Criar problemas e depois oferecer soluções. Este método também se denomina “Problema-Reação-Solução”. Cria-se um problema, uma “situação”...

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    Venício: por que o PiG está aflito. Lula mudou a publicidade oficial

    Onde o calo dói Por Venício A. de Lima  No auge da disputa eleitoral de 2010, quando o governo e a grande mídia faziam acusações mútuas, o presidente Lula, em entrevista concedida ao portal Terra, travou o seguinte diálogo com seus entrevistadores: Terra – (…) O senhor tem feito críticas duras, dizendo que a imprensa, a mídia tem um candidato e não tem coragem de assumir e, ao mesmo tempo, o contraditório diz que existiria um Projeto Político (…) para “enquadrar meios de comunicação”. (…) O que mais incomoda o senhor: é a cobertura (ser) crítica de um lado e não existir a investigação sobre os demais candidatos? Seria isso? (…) O senhor está dizendo que ela é desequilibrada? Só está cobrindo um lado e não está cobrindo… Presidente Lula – (…) Eu acho que a imprensa está cumprindo um papel importante quando ela denuncia. Por quê? Ou...

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    Mais uma vez, a mídia hegemônica tortura Dilma

      Passados 19 dias desde a vitória de Dilma Rousseff sobre Serra, por uma vantagem de 12 milhões de votos, a oposição e seu dispositivo midiático não recolheram as garras um só minuto. Cinco dias após o revés nas urnas, o candidato derrotado estava em Biarritz levando um 'por que no te callas', em resposta a tentativa de armar o palanque da oposição em território francês. O jornalismo que lhe dá apoio irrestrito não deixa por menos e cumpre escancaradamente uma agenda de terceiro turno. Dia sim, dia não, uma crise produzida e maquiada ganha as manchetes da mídia conservadora numa escalada ao mesmo tempo sôfrega e frívola. Não escapa ao observador mais criterioso que os temas são apenas um ornamento do estandarte antecipadamente empunhado. A intenção, clara, é minar a autoridade da Presidente eleita antes mesmo de sua posse. Agora, o dispositivo midiático da oposição reedita o "pau-de-arara" e...

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    Mídia conservadora vê fantasma na criação de conselho, diz Dulci

    O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, afirmou que a polêmica sobre a criação de um conselho de comunicação, ideia associada à suposta intenção do governo de fazer censura a jornais, rádios e outros meios, se deve à "incompreensão" e ao "espírito de disputa política torto". Ao participar de um programa de rádio e responder a uma pergunta sobre controle social da mídia, Dulci salientou que "em nenhum momento, o governo defendeu controle de conteúdo" e ironizou: – Às vezes, há fantasmas na cabeça das pessoas. Não é só na imagem da televisão. Luiz Dulci foi um dos responsáveis pela realização da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), em dezembro do ano passado. Ele lembrou que durante a conferência, movimentos sociais, governo e empresários aprovaram a maioria das propostas por consenso. O ministro assinalou que a legislação brasileira sobre comunicação está defasada (o Código Brasileiro de Telecomunicações, por...

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    Seminário conceitua mídia como forma de pasteurizar a cultura mundial

      O seminário Globalização e Diferenças Emergentes, promovido pela Academia da Latinidade, uma instância da Universidade Cândido Mendes, reúne até esta sexta-feira intelectuais e parlamentares para o debate sobre a ação da mídia no comportamento cultural da humanidade. Em sua palestra, durante o encontro, o ministro dos Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães afirmou que a mídia é a responsável pela uniformização cultural mundial, com padronização de valores, de consumo e da língua das potências. A mediação do debate foi feita pelo professor Candido Mendes de Almeida, Reitor da UCAM, que também é Secretário-Geral da Academia da Latinidade. E foi justamente ele quem deu o pontapé inicial na Conferência, para depois passar a palavra ao ministro Pinheiro Guimarães, que falou sobre a expansão dos idiomas. – Os impérios são a grande característica da política internacional desde 1492. São impérios distintos, mas que mantêm a unidade de estilo: baseiam-se na ideia de...

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    Comunicação deve ser área estratégica para governo Dilma

    Por: Bia Barbosa   Em seminário em Brasília, organizado para discutir experiências internacionais de regulação da mídia, o ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação da Presidência, deixou clara a urgência de um novo marco regulatório para o setor no país, que deve ser construído num debate público e transparente com toda a sociedade, deixando "fantasmas no porão". Para Unesco, a legislação da radiodifusão brasileira é atrasada e pouco sustentada no interesse público. Num processo que envolveu mais de 30 mil pessoas em todo o país, a I Conferência Nacional de Comunicação teve como uma de suas principais resoluções, aprovada por representantes do governo, da sociedade civil e do empresariado, a necessidade da construção de um novo marco regulatório para o país. Ultrapassada – da década de 60 – e pouco democrática, a legislação que hoje rege o setor tem se mostrado um entrave não apenas para o desenvolvimento da...

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    Escrevinhador avança, e incomoda!

    Por:  Rodrigo Vianna   Amigos internautas: voltava eu da padaria na noite de sábado, com meia dúzia de pãezinhos e 200 gramas de presunto para o lanche da família, quando em meu celular começaram a chegar as primeiras mensagens – "o seu site foi hackeado", "o seu blog foi invadido", "alerta, querem tirar do ar todos os blogueiros progressistas". De fato, durante várias horas (da noite de sábado até a tarde de domingo), quem acessava o blog pelo "Google" - ou usando sistemas operacionais como o Firefox – encontrava a mensagem singela: "esse blog pode conter ameaças..." Freud explica: esse blog, de forma quixotesca, realmente ameaça determinados interesses. Mas o aviso (plantado por algum cracker) tinha como objetivo apavorar os leitores. Não adiantou. Queria registrar aqui duas coisas: - a grande maioria dos leitores não se intimidou, ao contrário, escreveu-me para prestar solidariedade e avisou que continuaria entrando no blog...

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    segundo_turno

    O atentado contra Serra é um retrato histórico do Brasil nas eleições de 2010

    Mostra, primeiro e acima de tudo, a farsa de Serra, fortuitamente captada por uma câmara de televisão. Uma bola de papel acabaria dando a Serra ares de um mártir da democracia, com direito a um discurso — sem emoção nenhuma, como se vê — pela paz. Faltaram apenas sangue e realidade para que Serra emergisse do atentado da bolinha de papel como nosso Malcom X, ou Martin Luther King. Não há um mísero arranhão, uma só gota de sangue que legitime a dor e a angústia. Se houve ou não uma fita crepe, é um detalhe cômico. O único sofrimento real de Serra, no episódio, é o sentimento de derrota iminente. Vamos considerar que ele tenha sido, sim, vítima de um duplo atentado. Primeiro uma bolinha de papel, depois uma fita crepe. Na essência, nada muda: Serra encenou como Rojas, o lendário goleiro chileno. Não é à toa que o...

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    Brasil sobe 13 postos em ranking mundial de liberdade de imprensa

    Mário Camera O Brasil subiu 13 posições e ocupa o 58º lugar no ranking mundial de liberdade de imprensa, divulgado nesta quarta-feira pela ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Segundo um comunicado da organização, a melhora na lista ocorreu graças a uma "evolução favorável na legislação" do país. "Um passo positivo foi dado às vésperas das eleições, com a revogação da lei que proibia caricaturar políticos", explicou em entrevista à BBC Brasil Benoît Hervieu, responsável pelas Américas da RSF. A ausência de violência grave contra a imprensa e uma maior sensibilização do poder público em relação ao acesso à informação também motivaram o salto do país. "Por último, o Brasil tem uma das comunidades mais ativas na internet", diz o comunicado. No topo do ranking de liberdade de imprensa estão, empatados em primeiro lugar, Finlândia, Islândia, Holanda, Noruega, Suécia e Suíça. Na outra ponta da lista, estão Turcomenistão (176º), Coréia do...

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    monica_serra3

    Caso do aborto de Monica Serra: O verdadeiro papel de um jornal

    Ao divulgar o desabafo da coreógrafa Sheila Ribeiro, artista em dança contemporânea, novas mídias, publicidade e cinema, casada com o antropólogo Massimo Canevacci Ribeiro, mas antes de tudo, uma brasileira, uma eleitora, o Correio do Brasil cumpre com o seu papel de contribuir com a sociedade deste país na superação de um tabu, como é a questão do aborto. Ao perceber a justa indignação desta cidadã, diante da mudança diametral entre o que disse sua ex-professora Monica Serra, em dois momentos da vida, coube ao CdB dar voz à informação, checada e confirmada de forma cabal  junto às colegas da então estudante da Unicamp, onde a mulher do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, lecionou por vários anos. Diante dos fatos, este diário não teve dúvidas em ampliar o debate sobre a hipocrisia, essa mesma hipocrisia que alimenta os radicalismos e fortalece apenas aos obscurantistas. O Correio...

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    Leia a íntegra do documento do ato contra o golpismo midiático

    Confira abaixo a íntegra do documento lido pelo presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Altamiro Borges (Miro) durante o ato desta quinta-feira (23) contra o golpismo midiático. "Pela ampla liberdade de expressão O ato "contra o golpismo midiático e em defesa da democracia", proposto e organizado pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, adquiriu uma dimensão inesperada. Alguns veículos da chamada grande imprensa atacaram esta iniciativa de maneira caluniosa e agressiva. Afirmaram que o protesto é "chapa branca", promovido pelos "partidos governistas" e por centrais sindicais e movimentos sociais "financiados pelo governo Lula". De maneira torpe e desonesta, estamparam em suas manchetes que o ato é "contra a imprensa". Diante destas distorções, que mais uma vez mancham a história da imprensa brasileira, é preciso muita calma e serenidade. Não vamos fazer o jogo daqueles que querem tumultuar as eleições e deslegitimar o...

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