quinta-feira, junho 4, 2020

    Comunicação

    Tensões na grande mídia

    Tensões na grande mídia

    A audiência pública no STF sobre ações afirmativas na universidade teve, como era de se esperar, pouca repercussão na pauta dos grandes veículos de comunicação. Na cobertura da TV Justiça, os participantes acentuavam em suas intervenções a percepção de que vivenciavam um “momento histórico”, mas a grande mídia não demonstrou o menor interesse pela história contemporânea. Repórteres e editores da “Folha de S. Paulo” estarão participando na próxima semana, e durante todo o semestre letivo, de disciplina sobre jornalismo diário na Escola de Comunicação e Artes da USP, “os estudantes vão aprender as principais técnicas para produzir reportagens investigativas sobre empresas, governos e Judiciário” (FSP, edição de hoje, 06.03.2010, p. A12). Suponho que repórteres e editores da Folha em suas preleções didáticas não farão referência aos fatos com os quais seu veículo encontra enormes dificuldades em lidar. A temática racial e as reivindicações do movimento negro desafiam as concepções de...

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    comunicacao_mundo

    Relatório preliminar do Projeto Global de Monitoramento de Mídia de 2010

      Somente 24% das pessoas vistas, ouvidas ou a respeito de quem se lê nas notícias são mulheres. Essa é uma das principais revelações do Projeto Global de Monitoramento de Mídia de 2010 (2010 Global Media Monitoring Project - GMMP). O relatório preliminar foi divulgado em 2 de março de 2010, em um painel de discussões e debates, por ocasião da 54ª sessão da Comissão da ONU sobre a Condição da Mulher, em Nova Iorque. 10 de novembro de 2009 foi um dia comum de trabalho para o pessoal das salas de notícias ao redor do mundo. Foi, contudo, um dia especial para grupos voluntários em 130 países em todo o mundo, que estavam debruçados sobre seus jornais de circulação nacional, atentamente ouvindo notícias no rádio e assistindo de perto à televisão local. Com lápis e códigos nas mãos, o objetivo era observar, analisar e documentar achados com relação a...

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    imprensa

    Imprensa negra em debate no Brasil e nos Estados Unidos

    Por Sandra Martins   Comparações entre as imprensas produzidas por negros no Brasil e nos Estados Unidos, bem como as suas relações com os movimentos sociais negros nos dois países, tendo como destaque os programas de ações afirmativas. Este é um dos temas a serem abordados no ciclo de palestras e lançamento do livro "Movimento Negro: escritos sobre os sentidos, democracia e justiça social", organizado pelos professores Amauri Mendes Pereira e Joselina da Silva. Em destaque, a relevância para a chamada "imprensa negra fluminense" do jornal SINBA que circulou em fins dos anos setenta durante a ditadura civil-militar.  Segundo lembrou o jornalista e pesquisador Togo Yoruba, os militantes do movimento negro manifestaram-se nesta época lançando algumas publicações, entre as quais o SINBA, o Jornegro em São Paulo e a revista Tição em Porto Alegre, que teve entre os seus fundadores o jornalista Jorge Freitas integrante da direção do Sindicato dos...

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    geyse-antes-depois

    Geisy na folia

    Com a palavra, o apresentador do "Fantástico": "A polêmica acabou em samba. Lembra da Geisy, aquela do vestidinho rosa que provocou um rebuliço numa universidade em São Paulo? Ela está de volta, modificada, revista e ampliada". Assim começava a reportagem do dominical da Globo sobre a lipoescultura a que se submeteu a estudante Geisy Arruda. Tratava-se de mostrar em primeira mão o "novo visual" que a musa acidental da Uniban iria exibir durante os festejos momescos. "Samba, vestidinho rosa, rebuliço" -as expressões engraçadinhas do locutor dão o tom acafajestado do suflê destinado a entreter os lares no final do domingão. Uma das coisas que mais chamam a atenção no caso Geisy é a conversão do trauma em oportunidade, da humilhação em dinheiro, da selvageria em diversão de massa. A passagem entre uma coisa e outra se deu de maneira instantânea, sem que houvesse tempo para a elaboração do luto ou...

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    mega-comunicacao

    Conselho de Comunicação é pauta unânime entre organizações

    Por: Jacson Segundo   Apesar de o debate sobre os melhores caminhos a trilhar neste momento pós 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) ainda estar em aberto, algumas avaliações feitas por representantes do segmento da sociedade civil indicam que já há um certo grau de convergência em relação aos próximos passos a serem dados. Um deles é praticamente uma unanimidade: dar prioridade à implantação da resolução que prevê a criação do Conselho Nacional de Comunicação como um instrumento de participação social na definição de políticas públicas para a área. Além disso, há consenso sobre a importância de dar continuidade à mobilização gerada no período da Conferência para fortalecer o movimento pelo direito à comunicação e fazer pressão para que as resoluções não virem letra morta.   A avaliação, corroborada por todos os representantes do segmento consultados pelo Observatório do Direito à Comunicação, é que a instituição do Conselho Nacional seria...

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    sociedadecivil

    Cooperação internacional e sociedade civil discutem mídia e relações raciais no Brasil

    Encontro abordou cobertura da grande mídia à questão racial e crescimento do debate sobre políticas de igualdade racial na sociedade brasileira A presença dos negros na mídia e o noticiário da questão racial no Brasil estiveram em discussão na última terça-feira (19/1), no Rio de Janeiro, em reunião organizada pela Fundação Ford. O encontro reuniu cerca de 30 pessoas, entre representantes do movimento negro, jornalistas, pesquisadores, organizações de mídia e advocacy, governo brasileiro, agências de cooperação internacional e Nações Unidas. Com mediação do jornalista Geraldinho Vieira, consultor da Fundação Ford e vice-presidente da ANDI (Agência de Notícias de Direitos da Infância), a discussão abordou a cobertura da grande mídia à temática da igualdade racial e a intensidade do debate público sobre as políticas públicas e de ação afirmativa voltadas aos afro-brasileiros. Para a representante da Fundação Ford no Brasil, Ana Toni, a conjuntura apresenta a oportunidade de "investimentos em ações...

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    arte_negra

    Canal de TV busca integração entre os afro-americanos e brasileiros

    Por: Angela Schreiber Projeto de organização americana troca experiências com o Brasil. Um canal de TV de Detroit, em Michigan, trabalha num projeto para estreitar a comunicação entre os afro-americanos e os afro-brasileiros. Os responsáveis são membros da Black Awareness in Public Television (BAIT, em inglês), traduzido como Consciência Negra na Televisão. O programa da BAIT se chama "For My People" e vai ao ar todos os sábados, pelo canal 50, às 6h30am. A transmissão também acontece através de canais a cabo em Indiana, Illinois, Ohio e Ontário (Canadá), e por vídeos do Google e YouTube. A BAIT tem David Rambeau como diretor executivo e o projeto com o Brasil é liderado por Mark Wells, americano que fala português e é casado com uma brasileira. Por e-mail ao Comunidade News, Mark falou sobre o ABA (AfroBrasilAmerica). Segundo ele, o objetivo é construir uma ponte entre os afro-descendentes americanos e brasileiros....

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    democracia

    A grande mídia unida contra a democracia

    Por: João Brant   Primeiro foram as críticas desqualificadoras da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Depois, os ataques contra as medidas do Programa Nacional de Direitos Humanos. Agora, os grandes jornais apontam suas armas para o texto-base da Conferência Nacional de Cultura. Em comum, propostas que visam algum grau de democratização da comunicação e veículos que não aceitam os princípios constitucionais e são contra a punição para violações de direitos humanos praticada pelos meios de comunicação.   Os últimos dois meses foram agitados para os interessados na defesa da liberdade de expressão e do direito à comunicação. Leitores desavisados terão certeza de que a liberdade de expressão nunca esteve tão ameaçada. Segundo uma campanha do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), estão querendo soltar o monstro da censura. Para os mais tarimbados, fica ao menos a dúvida: que propostas justificam tamanho alvoroço das grandes corporações de comunicação? Por que motivo...

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    jornalistas1

    Mulher negra na comunicação: gestão em favor das TVs públicas

    "Acho que se nós estivéssemos unidos, o campo público de comunicação seria imbatível. Comunicação tem a ver com política de Estado. Interação e trabalho coletivo podem gerar produtos melhores". Esses são algumas das considerações de Regina Lima, presidenta da Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais, que lidera uma rede nacional para fortalecer as TVs públicas. Ousadia e criatividade são atributos dela, que já reergueu a TV Cultura do Pará e recuperou 75% das retransmissoras públicas, antes nas mãos da iniciativa privada.   Por Valéria Lima e Isabel Clavelin Com colaboração de Regina Adami Regina Lima é presidenta da Abepec (Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais) desde outubro de 2009, quando foi empossada em cerimônia na Câmara dos Deputados, em Brasília. Mulher negra, paraense de nascimento, ela morou por quase 10 anos no Rio de Janeiro, período em que se dedicou ao mestrado e doutorado em Comunicação...

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    midia

    Mídia e Relações Raciais no Brasil

    Cooperação internacional e sociedade civil discutem mídia e relações raciais no Brasil Encontro abordou cobertura da grande mídia à questão racial e crescimento do debate sobre políticas de igualdade racial na sociedade brasileira A presença dos negros na mídia e o noticiário da questão racial no Brasil estiveram em discussão na última terça-feira (19/1), no Rio de Janeiro, em reunião organizada pela Fundação Ford. O encontro reuniu cerca de 30 pessoas, entre representantes do movimento negro, jornalistas, pesquisadores, organizações de mídia e advocacy, governo brasileiro, agências de cooperação internacional e Nações Unidas. Com a mediação de Geraldinho Vieira, consultor da Fundação Ford e vice-presidente da Andi (Agência de Notícias de Direitos da Infância), a discussão abordou a cobertura da grande mídia à temática da igualdade racial e a intensidade do debate público sobre as políticas públicas e de ação afirmativa voltadas aos afro-brasileiros. Para a representante da Fundação Ford no...

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    midia_PNHD

    Fenaj quer “mais responsabilidade” social na mídia

    Em nota oficial, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) manifestou apoio ao PNDH 3. Segundo a entidade, representada pelo seu diretor Sérgio Murillo de Andrade, a concordância com o programa deve-se, principalmente, ao fato de "ser resultado de uma conferência nacional e do debate público e democrático de diversos segmentos da sociedade, constituindo-se em significativo avanço para o aperfeiçoamento da democracia no Brasil". A Fenaj criticou ainda empresas da área de comunicação. "Está na hora, também, dos donos da mídia pararem de relacionar com censura e controle do Estado toda e qualquer iniciativa que vise, minimamente, cobrar responsabilidade social dos meios de comunicação", diz a nota. Em meio às divergências, também por meio de nota oficial, as associações representativas dos meios de comunicação brasileiros manifestaram perplexidade diante do que elas consideram "ameaças à liberdade de expressão" contidas no decreto. A Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação...

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    jornal-e-computadores

    A revolução da internet e a decadência da velha mídia

    Tudo se discute menos os meios de comunicação, é possível até, ainda que com muita dificuldade, se debater a socialização dos meios de produção, mas a propriedade dos meios de comunicação nunca foi alvo de uma crítica. Quando se fala em educação, cultura e ciência, se esquece que esse papel é muito mais permeado pelos meios de comunicação do que pela escola e, conceitualmente, ambos são meios de comunicação. A diferença é que a escola é um meio de comunicação com bem menos alcance que uma TV ou rádio, etc.Isso se explica porque a gênese das teorias de crítica social ou simplesmente socialismos foram gestadas no século 19, aonde um jornal era quase tão acessível quanto um blog é hoje em dia, aonde um mimeógrafo assumia o papel de meio de comunicação que hoje teria um computador plugado à web. Assim, os meios de comunicação eram variados, de caráter ideológico-político...

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    A cor sumiu

    Para sempre?

    A revista "Veja" comemora esta semana, com muitas páginas numa seção denominada "História", o centenário de Joaquim Nabuco, texto de Vilma Gryzinski (edição nº 2147, 13 de janeiro de 2010). A reportagem despudoradamente insiste no mito Nabuco, a quem chama de herói nacional da mais justa de todas as causas. Nabuco brilhou principalmente nos teatros, onde se teria travado o principal combate da campanha abolicionista, segundo a reportagem de "Veja". Uma campanha teatral, acompanhada de suspiros femininos, lencinhos pintados e pétalas de rosa. A mais justa causa e a mais elegante de todas as campanhas. A base que sustenta a estátua de Nabuco, segundo Gryzinski, é o "imperativo moral", um mandato da consciência a que não se pode renunciar, principalmente por sua origem remota na pureza e inocência da infância de filho de escravocrata que se compadeceu com o sofrimento do escravo supliciado e suplicante. Cena clássica de novela de...

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    Confecom_2

    1ª Conferência Nacional de Comunicação dá grande passo rumo à democratização da mídia no Brasil

    Grande parte das propostas aprovadas e que podem tornar-se políticas públicas são demandas dos movimentos sociais para democratizar o setorApós um longo e tenebroso inverno, ela aconteceu. Demonizada por uns (ABERT, ABTA e ANJ) e aclamada por muitos (Intervozes, FNDC, Abraço, FENAJ, Dep. Federal Luiza Erundina, entre outros), a 1ª Conferência Nacional de Comunicação já entrou para a história das comunicações no Brasil.Talvez boa parte dos brasileiros não se deram conta da importância desse acontecimento, mas a 1ª Confecom refletiu a necessidade imperiosa e urgente de transformarmos um dos setores mais cruciais para a efetiva democratização do país, a Comunicação Social.Há décadas o Brasil carece de políticas públicas democráticas, com ampla participação social, na área das comunicações. E a 1ª Confecom foi a arena pública ideal para que as principais demandas dos mais diversos segmentos da sociedade - poder público, sociedade civil e empresariado - pudessem ser apreciadas e colocadas...

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    mulher-e-midia

    Plataforma das mulheres para a I Conferência de Comunicação

        Há tempos as entidades do movimento de mulheres organizadas vêm discutindo o direito humano àcomunicação, a necessidade de democratização da mídia e a imagem das mulheres veiculadas nosgrandes meios, que alimenta e reproduz estereótipos e preconceitos. Temos questionado ainvisibilidade seletiva, sobretudo das negras, indígenas e lésbicas, mas também de nossasreivindicações sociais e políticas, e de nossa pluralidade. A falta de democratização dos meios decomunicação tem representado, na história do nosso país, o crescente monopólio do setor, cujoefeito mais danoso no cotidiano das mulheres tem sido o papel da mídia na disseminação damercantilização de nossos corpos e vidas e na reprodução da violência contra as mulheres.   Questionamos a imagem deturpada e estreita da mulher na mídia – uma imagem que não reflete anossa diversidade e pluralidade, que nega visibilidade a nossas demandas sociais e políticas,quando não as ridiculariza ou criminaliza, que nos desumaniza e usa como enfeite para...

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    pretis e pardis

    População Negra

    Por Junia Pulia, Vice-diretora do Unifem Brasil O texto foi apresentado em 11 de novembro de 2009, durante o lançamento a Campanha "Igual a Você" lançada pela ONU.     Está se aproximando um feriado muito importante. O Dia Nacional da Consciência Negra, que passamos a celebrar há poucos anos, vem ganhando reconhecimento e relevância no calendário brasileiro. Depois de séculos de cegueira - quase sempre intencional - a sociedade brasileira está sendo obrigada a se ver como realmente é: uma grande mistura, uma panela mágica de cores e texturas, como não se vê em nenhum outro lugar. Zumbi finalmente começa a figurar no lugar que tem e merece. Um herói imolado por se atrever a desafiar uma colônia que se consolidou e prosperou sobre o extermínio dos índios e o trabalho dos escravos africanos, mas que até há pouco se cria e via branca e européia. Mas sinto falta...

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    Seminário discute o papel da mídia na produção de conteúdo sobre afrodescendentes no Censo 2010

    Fonte: Lista Racial -     A Comissão de Jornalistas Pela Igualdade Racial do Rio (Cojira-Rio), vinculada ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ), realiza no próximo dia 09/12, a partir das 19h, o Seminário "O papel da mídia e o impacto na opinião pública sobre os dados desagregados de raça e etnia no Censo 2010". O evento integra a programação anual da Cojira-Rio no mês de dezembro pelo Dia Internacional da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A entrada é franca.   O encontro, que acontecerá no auditório do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, à Rua Evaristo da Veiga 16, 17º andar - Centro/RJ, vai reunir especialistas em indicadores econômicos, pesquisadores, jornalistas, estudantes e interessados em avaliar o papel da mídia brasileira na produção de conteúdos e na sensibilização junto à opinião pública a partir dos dados desagregados de raça...

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    i292058

    Conferência em São Paulo pede fim do monopólio da mídia

    Fonte: Carta Maior - Por Maurício Thuswohl   Assim como vêm fazendo nas demais conferências estaduais, as principais entidades representativas da grande mídia no Brasil, como a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Brasileira das Empresas de Rádio e Televisão (Abert), boicotaram a conferência em São Paulo. Isso fez com que o setor empresarial ficasse dividido basicamente em dois grupos: os pequenos empresários da imprensa alternativa e as emissoras Bandeirantes e Redetv, reunidas na Associação Brasileira de Radiodifusão (Abras).   SÃO PAULO - O Brasil avança em diversos setores, mas a luta pela efetiva democratização dos meios de comunicação no país e pelo fim do controle exercido por alguns poucos grupos empresariais sobre a produção jornalística e cultural brasileira está apenas começando e precisa ser travada já. Esta foi a mensagem passada pelas centenas de representantes da sociedade civil, do empresariado e do poder público que participaram do...

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    midiablok

    Empresários da mídia alternativa podem criar entidade nacional

    Fonte: Carta Maior - Por Maurício Thuswohl   Para fortalecer suas posições durante a conferência nacional e também no período rico em debates que sucederá ao evento, os empresários da mídia alternativa estudam a possibilidade de criar uma entidade representativa em nível nacional. Uma reunião já está agendada para o primeiro dia de dezembro. Na visão dos pequenos empresários, somente a união dos principais veículos alternativos poderá garantir a conquista das reivindicações do setor, entre elas, a elaboração de uma nova Lei de Publicidade no país.   SÃO PAULO - O governo federal precisa criar as condições para a elaboração de uma nova Lei de Publicidade que possibilite aos pequenos empresários do setor de comunicação ter acesso aos recursos públicos que atualmente são destinados de forma maciça aos grandes veículos de mídia. Esta será a principal proposta dos representantes da chamada mídia alternativa na Conferência Nacional de Comunicação, que se...

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    Presidente do Geledés 2009 - 2014

    Nós e a Conferência Nacional de Comunicação

    por: Nilza Iraci - Presidenta do Geledés Instituto da Mulher Negra "A lição sabemos de cor, só nos resta aprender..." Sol de Primavera - Beto Guedes e Ronaldo Bastos As Conferências nacionais tem se constituído em espaços de discussão entre poder público e sociedade civil, e tem sido marcadas por intensos debates sobre a implementação de políticas públicas no país. É uma espécie de arena de disputas político-ideológicas, de sentidos, de busca de convergências. Tem sido assim desde 1941, quando foi realizada a 1ª Conferência Nacional de Saúde,  no Rio de Janeiro e já mobilizaram milhões de pessoas. Mais do que as Conferências, ou evento, o mais importante são seus processos de mobilização, que tem possibilitado a articulação da sociedade civil em torno de determinados temas, alguns considerados periféricos, e que tem sido refletidos pelo conjunto dos movimentos sociais. Como o racismo e o sexismo, por exemplo. Não tem sido diferente em relação...

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